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O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, apresentou ontem o Documento de Estratégia Orçamental.
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Os contribuintes ainda não sentiram o corte do subsídio de Natal mas já têm a promessa de um novo aumento de impostos para 2012.
O processo de consolidação que vai permitir levar a economia portuguesa para um patamar próximo do equilíbrio orçamental vai ser feito essencialmente à custa das famílias. O Documento de Estratégia Orçamental apresentado ontem pelo ministro das Finanças não deixa margem para dúvidas: em 2012 e 2013, será o esforço das famílias, por via de mais impostos ou de corte de benefícios, que permitirá a redução do défice.
O encontro de ontem há muito que estava marcado. E a promessa era ambiciosa. O Governo comprometia-se a apresentar o maior corte da despesa pública de que há memória. Mas acabaram por ser novamente as medidas de aumento de impostos, desta vez no IRS e no IRC, que marcaram a conferência de imprensa do ministro das Finanças, Vítor Gaspar. Isto apesar de o corte de despesa anunciado ser, de facto, significativo.
O Executivo promete reduzir o défice de 5,9% este ano para 0,5% em 2015 e fá-lo essencialmente à custa da despesa. O peso das receitas totais no Produto Interno Bruto (PIB) fica praticamente inalterado até 2015 e o peso da despesa cai sete pontos. Números que permitiram a Vítor Gaspar garantir que este é um corte que "não tem precedente nas séries estatísticas disponíveis". Ao mesmo tempo, o Governo promete cumprir a exigência de que a consolidação seja feita em um terço pelo lado da receita e dois terços pelo lado da despesa. E é isso que acontece em 2012 e 2013, período para o qual são apresentadas simulações detalhadas.
Este corte da despesa está, no entanto, longe de ser um esforço apenas do Estado. O Governo promete reduzir a despesa num valor equivalente a 3% do PIB. Mas deste montante, metade cabe às famílias. Quer seja, por exemplo, por via do congelamento dos salários da função pública e do congelamento de pensões, quer seja por via de uma menor comparticipação do Estado com despesas de saúde, entre outras medidas que, no total, atingem um valor equivalente a 1,5% do PIB.
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Comentários (160)
Portugal, o paraíso da austeridade, segundo o Wall Street Journal. Referia-se ao insólito que é ser o unico país do mundo onde a malta amocha sem barulho.
A principal reforma estrutural que este governo quer implantar no país é inverter o modelo economico baseado no credito em que temos vivido , consuma hoje , pague amanhã , para baseando-se nas previsões economicas de crescimento a partir de 2013 deste governo ao melhor estilo da astróloga Maya , faça sacrifícios , pague o pato hoje , para viver melhor amanhã.
É claro , que quando chegar a altura de se tirar essa prova dos nove , esse amanhã , eles já estão longe dos cargos que ocupam hoje e com os bolsos cheios das privatizações.
Governar para este governo , resume-se a :
- Aumentar impostos.
- Fazer de conta que se corta na despesa propagandeando na comunicação social que se trata de cortes históricos.
- Privatizar as empresas publicas principalmente as que estão em muito bom estado economico e financeiro e serviços publicos com uma clientela sempre certa como a saúde , afinal o verdadeiro motivo da pressa de ír ao pote , o de criar estas negociatas , novos BPNs.
- Embaratizar o trabalho , com o objectivo de transformar os portugueses numa casta de trabalhadores servis , obedientes e ignorantes , ou seja o sonho de qualquer capitalista explorador.
- Fazer previsões de crescimento economicas para o país lá para as calendas gregas ao melhor estilo da astróloga Maya.
A consolidação orçamental segundo a promessa do Governo far-se-ia em 2/3 por redução de despesa e 1/3 por aumento da receita( Impostos). O que vemos são os impostos a aumentar antecipando alguns previstos para o futuro e criando outros novos, enquanto os cortes na despesa vão sendo adiados e transformados em promessas vãs para o futuro. Quem acusava Sócrates de mentiroso e esperava transparência e compromisso deste Governo deve sentir-se muito mal, porque mentiram mais em 2 meses que Sócrates em 6 anos! Pinóquios!
COBRAR PORTAGENS
COBRAR VISITAS A P SANTO
COBRAR VISITAS À SERRA....
E O AJJ PAGA TUDO.
Resta saber se o governo é capaz de reduzir a despesa do estado no montante pretendido e se não aparecem mais buracos imprevistos, além de que é fundamental envolver o capital na participação dos custos não pode ser só que sejam as familias a suportar os custos de uma crise que teve origem financeira e gostava de lembrar que uma fatia significativa das familias portugueses não tem dividas perante a banca e o estado, ou seja estão a ser chamadas para participar num esforço para a qual não tiveram responsabilidade enquanto que a banca por exemplo sim esteve através do seu comportamento de "incitar" desmedidamente ao uso do crédito directamente envolvida.
O economista liberal Charles Gave considera que "o euro é um Frankenstein que não pode funcionar". Tudo isso significa que os sacrifícios que estão a ser exigidos aos povos da Grécia, Irlanda e Portugal são inúteis. Trata-se de uma tentativa de espreme-los ao máximo, em benefício dos credores, antes de abandoná-los. Quando os abandonarem, no fim do processo, estarão numa situação económica pior do que a actual. Não há luz no fim deste túnel: só trevas.
Tivéssemos nós uma classe dominante minimamente lúcida, não submetida ao diktat externo e intelectualmente preparada, tomaria ela a iniciativa de afastar Portugal do euro. O passo seguinte seria a criação de uma nova moeda – mas não o antigo escudo. A nova moeda deveria ser de emissão estatal, nos moldes propostos por Rudo de Rujiter, um prestigiado investigador independente dos Países Baixos.
O seu trabalho "Sair do Euro - e depois?" pode ser consultado neste seguinte link: courtfool.info/fr_Sortir_de_l_
Há pretos e ciganos bem branquinhos a mamar mais do que esses... o maior escandalo para mim é o dinheiro gasto com drogados... milhões em recuperações e consultas médicas gratuitas. Esses enfiava-os a todos num buraco e mandava-lhes restos de comida de 2 em 2 dias.
gamar no IRS a quem trabalha 10 horas por dia para dar a pretos e ciganos.
isto é justiça.
Put a que os Pariuuuuuuuuuuuuuuu...
Este ministro sabe que cortar nas despesas significa deixar de dar negócios a amigos e compadres dos nossos governantes. O ministro tem um primo a trabalhar num departamento das finanças e para não o despedir teve que deixar de cortar 10000 lugares e só cortou 99 pois o primo era o nº 100 na lista...
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