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Comunidade
Bancos têm dez dias para enviar ao Banco de Portugal um relatório sobre os contratos de crédito à habitação.
O Banco de Portugal prepara-se para passar a pente fino os contratos de crédito à habitação realizados pelos bancos portugueses ao longo de 2008. O objectivo é avaliar o impacto da aplicação da nova legislação que proíbe aos bancos a cobrança de comissões na renegociação dos contratos e de fazerem depender a renegociação das condições de subscrição de produtos. A iniciativa surge cerca de quatro meses depois da entrada em vigor do diploma que veio garantir o custo zero para os clientes que queiram analisar o seu processo, renegociar o ‘spread' ou o prazo do empréstimo.
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Que seja uma fiscalização rigorosa e eficaz. Tem sido vergonhosa a atitude dos bancos.
Não se esqueçam tambem da quetão dos arredonamentos, onde os bancos "arrecadaram" milhões.
Os bancos não estão a cumprir nada disso.Sou mediador de seguros, vendo seguro de crédito à habitação que garante o pagtº da prestação do empréstimo em caso de bx médica para além de 90 dias e tenho contactado clientes para fazer esse seguro que acham aliciante e a maioria dos bancos não deixam pois fazem depender o spread da feitura dos seguros e/ou aquisição de outros produtos.
António Costa/Batalha
"Acordou" tarde, muito tarde.
...afinal o Sr. respira..
Os bancos estão a refinanciar o crédito à habitação a taxas de juro superiores às taxas que negociaram com os clientes. Como podem subsistir? Explico: Os bancos não conseguem obter financiamento à taxa EURIBOR (2,6% a 3 meses), porque os mercados estão entupidos e o risco Portugal é grande aos olhos dos estrangeirso. No entanto, ficaram presos às taxas EURIBOR com um pequeno spread que negociaram com os clientes (anos anteriores a 2009). Resultado: a margem de juros é negativa e se queremos que os bancos subsistam pergunto: quem suporta a diferença? Os contribuintes que não têm hipotecas?
É urgente que o Banco de Portugal determine a devolução do dinheiro dos arredondamentos abusivos dos créditos habitação aos clientes,pois a média é de cerca de 2000€ por crédito.Isto anda abafado mas o dinheiro tem que ser devolvido,como já aconteceu em Espanha.
Fico muito mas descansado .....
Para mim esta é uma tentativa de camuflagem para parecer que o BP faz alguma coisa. Qual vai ser o resultado? Parecido com o relatório da Autoridade da Concorrência sobre o cartel das gasolineiras.
O que é que vai beneficiar os portugueses? Nada.
Alguém me diga uma medida eficaz do BP? Ou uma que efectivamente fosse respeitada pelos Bancos?
Em Portugal os contratos e as simulações entregues aos clientes eram BEM explicitas quanto ao arredondamento ( fosse ele qual fosse). Havia vários bancos com "preços" diferentes. Onde é que estava o problema ? O banco escondeu alguma coisa ou era o cliente a optar ? Andam é agora armdos em defensores do "povo". Devolvam mas é as luvas do freeport ...
Renegociei recentemente uma baixa do spread de 0,8% para 0,7%, mas o BCP modificou a periodicidade da cobrança de juros de tal modo que em vez de a mensalidade diminuir, aumentou!!! A taxa de juro é válida por 3 meses e incidia sobre os meses de Novembro, Dezembro e Janeiro de 2009: era de 5,819%. O próximo período (Feve, Março e Abril de 2009) tinha uma Euribor de cerca de 3,280% a que deveria acrescer 0,7% de spread. Pois bem, o banco deu-me esse spread mas modificou o período de incidência de juros de tal modo que ao invés de eu beneficiar do mesmo juro, passei a pagar 5,810%. São, não tenhamos dúvidas nenhumas, os maiores xicos-espertos que o mundo tem. Patifes!!!!
A situação dos arredondamentos abusivos ao longo de anos está muito sonegada. Não sei porque, porque se abusaram tanto noutra altura, deviam ser obrigados a fazer a devolução voluntária.
Mas o Povo como o que quiz foi hipotecar o futuro deles e em alguns caso dos filhos, paga e não bufa. A maioria vive muito além das possibilidades.
Os cidadãos Potugueses tem de dar os parabéns ao Bdp (Entidade reguladora do sistema bancário em Portugal), que passou de 6 Anos (Caso BPN) para 4 Meses, para intervencionar junto dos bancos nacionais.
Este "palhaço" quer-nso agora fazer crer que é muito dinâmico, justo, e competente... tadinho..., nem sabe disfarçar, passando agora do 8 para o 800, em termos de um aparente controle à banca.
O Sr. Governador gosta de paracer que faz alguma coisa, mas com o que ganha nunca se vai embora.
Sairá quando quando o pais estiver completamente no fundo
As contradições continuam e uma vez mais vamos ter o Sr. Governador do Banco de Portugal a reagir em função do que chega ao Cidadão (não quer ficar mal na fotografia com certeza). E ainda estaremos longe de saber tudo o que se passou e como se chegou aqui. Nós povo continuamos a achar que não temos forma de fazer ouvir a nossa opinião sobre este e outros casos, mas TEMOS. (www.votodemocratico.blogspot.com)