Buffett realizou esta semana o seu maior negócio de sempre. O investidor comprou a Burlington Northern Santa Fe por 44 mil milhões de dólares.
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Mesmo em tempos de crise é possível fazer crescer fortunas? A gestão das carteiras de investimento de clientes com elevado património sofreu ajustes para fazer face à crise, mas a resposta é sim.
Segundo o director coordenador do departamento de Private Banking do BES, Lourenço Vieira da Silva, basta "investir em activos com maior potencial de valorização, respeitando os limites individuais de exposição ao risco". Outro factor que faz o dinheiro crescer é "a diversificação dos activos, pois contribui para a diminuição desses mesmos riscos", esclarece.
Esta opinião é corroborada pelo Millennium bcp. Fonte daquele banco garante que "uma carteira bem diversificada, composta por produtos que decorram de uma correcta selecção de activos, tenderá a proporcionar uma taxa de rentabilidade superior às taxas oferecidas por produtos financeiros sem risco, ou por carteiras não diversificadas".
Mas a escolha está sempre dependente "do perfil de risco do investidor e do nível de equilíbrio entre a rentabilidade pretendida e o risco inerente", diz a mesma fonte, pelo que "a gestão de activos tem sempre presente um binómio rentabilidade-risco, que os clientes deverão procurar que seja gerido de forma prudente e eficaz", esclarece.
Uma crise geralmente traduz-se em perdas, de maior ou menor expressão, para a grande maioria dos investidores. Por isso, num cenário de grande incerteza, "a generalidade dos investidores tomam decisões de investimento com vista à preservação do seu património", diz fonte do Millennium bcp ligada ao sector.
"É notória uma tendência de refúgio em activos de baixo risco, ou seja, menos expostos à volatilidade do mercado", informa a mesma fonte que, porém, ressalva haver sempre investidores que continuam a arriscar. No fundo, "os clientes continuam a tomar decisões de investimento". Não deixam é "de demonstrar preocupação com a manutenção do valor do seu património no longo prazo", esclarece a mesma fonte, que confirma ser o perfil de risco do investidor "que determinará a natureza dos activos e respectiva percentagem a alocar".
A actividade de Private Banking tem uma forte correlação com o crescimento da economia. É neste ambiente que os activos se valorizam e existe uma maior geração de riqueza. É por isso normal que se tenha assistido, durante a crise, "a uma forte contracção, com reflexos no valor dos patrimónios de todos e por maioria de razão nos mais elevados", explica Lourenço Vieira da Silva, director coordenador do departamento de Private Banking do BES.
O pior da crise parece estar a passar e esta progressiva normalização económica tem produzido, segundo o responsável, "efeitos positivos na valorização dos activos".
Se em determinada altura houve uma maior preocupação em preservar os capitais, evitando produtos de risco mais elevado, agora a tendência é de se voltar a arriscar mais. Pelo menos é esta a tendência seguida pelo departamento de Private Banking do BES.
Essencialmente, neste momento, e de acordo com Lourenço Vieira da Silva, "a maior diferença sentida antes da crise e hoje tem a ver com a incerteza quanto ao melhor ‘timing' para efectuar os investimentos". A questão de se correr mais ou menos riscos nos investimentos "tem a ver com o perfil de risco de cada cliente", adianta, frisando que uma das preocupações do BES durante a crise foi "o acompanhamento mais assíduo dos clientes, procurando esclarecê-los sobre os seus investimentos".
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Estes gestores de patrimónios, mais não são do que delapidadores de patrimónios. O que lhes interessa é sacar as suas comissões.Criaram uma forma de remuneração semelhanta aos administradores de empresas: elas podem falir, mas eles saem ricos. Cada um que se esforce por aprender a gerir o seu dinheiro. Esta gente não passam de uns enganadors
Bla bla bla bla....mais do mesmo! Continuam a incentivar a pura especulação e a ganhar tempo, fazendo crer que há crescimento económico.
A única coisa que continua a crescer é a bolha criada que só se espera que rebente, junto com o dólar.
Bem a bolsa ja esta bem a frente da recuperação pelo PER as cotaçoes ja descontão uma forte recuperaçao econômica e não se vê recuperação econômica na população so os bancos e seus accionistas foram salvos para estes sim ha recuperação
podiam imprimir dinheiro para todos e não so para os super bilionarios assim recuperação era para todos
Para quem não perceber rigorasamente nada de investimentos então os departamentos de Private Banking são uma boa opção, mas se conseguirem delinear uma estratégia de investimento que comprovadamente seja lucrativa a longo prazo, com níveis de risco adequados ao vosso perfil, é preferível dispensar ajuda "externa" que cobra comissões absurdas. e tratar do assunto sózinho.
Quando fui abordado pelo Private do meu banco rapidamente os mandei "passear", Nível de risco quase igual ao que tenho actualmente, com a expectativa de obter somente 1/5 ou 1/4 da rentabilidade que a minha estratégia de trading produz no longo prazo? Obrigado, mas dispenso. Passo bem sem o tratamento VIP em escritórios com madeiras exóticas e mármores caros, com secretárias de sapatos salto agulha Manolo Blahnik a oferecerem-nos café. Essas extravagâncias para massajar o ego dos clientes não me metem dinheiro no bolso... pelo contrário.
Bom dia.
Não necessitamos de palavras de ditos "experts" de Private Banking dos Bancos para elevar o grau de "riqueza", o que os ditos ricos fazem é sempre a mesma coisa, ou seja, as rendibilidades de investimentos e de trabalhos são sempre superiores ás despesas, em termos ainda mais simples gastar menos daquilo que ganham e isso nem sempre é um trabalho simples.
Os bancos só servem para cobrar comissões e não fazer nada e isso chama-se andar á "pala" dos outros.
Da mesma maneira que os ricos fazem crescer as fortunas, assim também os pobres fazem crecer a pobreza...é assim o mundo em que vivemos.
A memória é curta.
Como se faz as fortunas, vimos alguns casos últimamente em Portugal. Depois existem aqueles que aceitam investir em supostos "depósitos", com diversos nomes em vários locais. Depois temos as diversas "faces", umas ocultas, outras menos ocultas, outras mesmo á vista. O que vale é que somos um País pequeno e temos uma Justiça que funciona.
Face a todos estes comentários só tenho uyma coisa a dizer se os ricos ganham porque não ganham também os pobres . Penso que certamente não procuram os mercados que são rentáveis. O meu trunfo está aqui www.forexmacro.com/index.php?freire_silva , e não venham sempre dizer que há pobres ...
Conversa, conversa e mais conversa. Toda a gente que os ricos gostam de produtos de alta rentabilidade e baixo risco por isso é que são muito ricos. Sendo assim, o produto mais cobiçado do mercado é o ......... POLITICO!
ENRIQUECER? FAZER FORTUNAS? É FÁCIL: FURTOS DE COLARINHO BRANCO,
NINGUEM ENRIQUECE DE COSTAS DIREITAS SEM FURTAR...
OU APOIAR-SE NOS FRACOS (POBRES)
Nao tenho duvidas.... esses acesores a clientes VIP sao especialistas em deixar-nos de tanga.
experiencia propria, colocarao o meu dinheiro a 5 anos sem minha autorizacao e o rendimento em juros foi "0" ZERO...... Ccapital seguro.......
JC... nem mais uma virgula.....
Como se fazem fortunas ?
Portugal é um bom "case study" , porque a política e que anda há sua volta tem feiro muitos milionários.
As leis têm sido "adequadas" para permitir as "fortunas na hora" e os contribuintes pagam uma justilça que não consegue actuar, até porque também tem muitos agentes ligados à política para "controlar" aqueles e felizmente são muitos que querm avançar sem olhar a quem ( pois a justiça não deveria ser igual para todos? ).
É simples, dá-se graxa ao chefe, esse prolixo na linguagem, tem-se a mania que é um grande comercial, vai-se expremer e aquela cabeça é só excremento.
Convence-se que por se trabalhar num banco esse uma apessoa idonia e depois é só enganar os encautos, numca esqueçam bancos=a Cosa Nostra