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Tecnologia

Cinco empresas estão na corrida ao novo Magalhães

Hugo Real  
04/01/10 00:07

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1 leitores

JP Sá Couto, Acer, Dell, Toshiba e HP deverão participar no concurso público.

Pelo menos cinco fabricantes deverão apresentar-se ao concurso público internacional que o Governo vai lançar nos próximos dias para encontrar o substituto do computador portátil Magalhães, no âmbito do programa e-Escolinhas.

Além da JP Sá Couto, a fabricante nacional que forneceu cerca de 400 mil portáteis na primeira fase deste concurso, também a Acer, a Toshiba, a HP e a Dell deverão entrar na corrida, sabe o Diário Económico.

Além disso, outras fabricantes mundiais, como a Asus ou a Sony, poderão entrar na disputa para fornecer os cerca de 250 mil computadores que o Governo liderado por José Sócrates pretende fornecer aos alunos e professores do primeiro ciclo do ensino básico.

O lançamento do concurso tem lugar numa altura de alguma polémica em volta das anterior fase do programa e-Escolas. A atribuição do fabrico do Magalhães à JP Sá Couto, sem concurso público, levou Bruxelas a pedir esclarecimentos ao Governo português.

 





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Comentários (20)

Zeca Afonço , Mundo | 01/10/10 20:30
Oh curioso. ficaste mal.....
Lol. A JP Ganhou.... ahaha


Zé povo, LX | 16/01/10 14:44
O JC não sabe o que diz, o Pedro, o Lagarto etc idem..., podem dizer qual é a empresa em Portugal que tenha capacidade de montar magalhaes? não existe! e agora depois de feito investimento no magalhaes vão colocar outro produto parecido ou copiado do magalhaes sem condições para os putos, enfim cambada de anormais e treinadores de bancada incapazes de ser alguém na vida,, descontentes se chove " ah tá sempre a chover, podia vir um solzito" se faz sol "Ah está muito forte o sol, já nem chove, bem podia chover um pouco!", enfim velhos do Restelo sem argumentos..vão mas é trabalhar em algo produtivo para o pais que foi o que a JP Sá Couto fez..cambada de comunas que só enterram o pais....


K100, Sintra | 04/01/10 14:59
O probelma não está em se quem ganha o Concurso é uma empresa Portuguesa ou Estrangeira, o problema foi a FALTA de transparência com que o anterior programa foi feito, SEM concursom SEM regras, etc., foi para muitos uma forma encapotada de subsidiar alguém....


J.Silva, Porto | 04/01/10 14:04
É por tanta concorrência desenfreada, embora em muitos aspectos é salutar, desde que empresas sólidas e bem estruturadas e o utente é que fica a ganhar, o certo é que tanto esmagam os preços que depois lá está mais uma falência e os pobres dos trabalhadores que a principio das novas/empresas até são atraídos por boas remunerações, mais cedo ou mais tarde o desemprego é certo. Os administradores e altos dirigentes pagos muito acima do necessário e justo .A continuar esta anarquia ninguém sabe onde isto vai parar. Depois lá vêm os Países do Oriente com os escravos a trabalharem de borla - onde os sindicatos,se é que existem, sejam do PC ou não , não podem fazer greves por proibidas - e os resultados estão à vista do Mundo. Viva o globalismo mesmo que os Países escravizem os seus trabalhadores...


Pedro Lucas, Charneca Caparica | 04/01/10 12:45
Apesar de concordar com abertura de concurso publico internacional, estou apreensivo pela continuidade da empresa nacional que fabicou o Magalhaes, a minha ideia era de que deveria haver uma parceria nacional/internacional para ganhar o concurso(temos de abrir os olhos).Força Portugal !


RENATO, BRAGA | 04/01/10 12:38
Até que enfim, vai acabar o "regabofe". Assim, cumpre-se o que é constitucionalmente exigido: haver um concurso público, para não haverem dúvidas e suspeitas com a tal corrupção, tão em uso neste Governo.


JC, | 04/01/10 12:32
Os anteriores comentários são curiosos!
Como poderão defender a JP Sá Couto e atacar as outras empresas se ela importa todos os componentes do estrangeiro limitando-se a montar os mesmos em Portugal?
E as outras empresas também não terão representantes e distribuidores em Portugal?
Não se esqueçam que o Magalhães só é montado em Portugal com o consentimento da Intel (hardware) e da Microsoft (software).
A JP Sá Couto já receber milhões à custa do Zé Povinho.


O LAGARTO, | 04/01/10 12:27
Já se esqueceram que tambem temos empresas portuguesas a concorrer no estranjeiro, não querem leis da CEE não entrassem para lá, da maneira como entrou a SÁ Couto tambem poderia ter entrado outra empresa portuguesa mas como foi cozinhado nimguém mais podia entrar. Vamo tirar a EDP na América, GALP de Espanha e Brasil. Jerónimo Martins da Polónia,ECT;ECT;ECT


pedro, | 04/01/10 12:24
E desde quando é que o Magalhães é um produto Português ???
A máquina é um conhecido modelo de uma marca internacional. O SW principal igualmente. Aquele SW supostamente nacional vem com erros e problemas.
A JP Sá Couto fez aquilo que todos sempre fizeram: rebranding.
Aliás reparem na marca Tsunami, também pertença da JP Sá Couto. É rebranding de outros modelos de computadores (principalmente nos portáteis).
A concorrência só faz bem à industria. Mesmo quando são marcas internacionais a ganhar. E possivelmente a Dell ou a HP ou a Sony até empregam mais pessoas em Portugal, pelo que em nada fica a nossa economia prejudicada !


paulo, Lisboa | 04/01/10 11:54
Não percebo qual o problema na concorrência, provavelmente até poderão ser mais baratos, lembrem-se que é concorrência com fabricantes estrangeiros e assim será mais difícil a concertação de preços.


Magalhães, | 04/01/10 11:16
O que é nacional não presta, ja acabaram com industria de ciclomotores e motociclos,bicicletas estão a dar as ultimas automóvei UMM e SADO tb já era , É assim o nosso triste Portugal tudo o que é nacional tem de acabar.


Mike, | 04/01/10 11:09
VIVA o PCP, VIVA o BE..... Todos querem trabalho para os trabalhadores mas preferem que seja uma empresa estrangeira a ganhar o concurso do que a JP Sá Couto.
Sinceramente nem fico muito chateado se a JP Sá Couto apresentou uma proposta mais desvantajosa que as concorrentes, acontece que essa "pequena" empresa já emprega mais de 1000 trabalhadores portugueses que investem o dinheiro em PT, conclusão podemos gastar mais uns tostões mas, esses tostões ficam em território nacional contribuindo para o PNB.


Santos, Aveiro | 04/01/10 10:58
Lembram-se, os de mais idade(que não muita), dos veículos de duas rodas com motor de 50 cc?. Sim, tinhamos uma empresa seeada em Aveiro que projectava, produzia, vendia no País e no estranjeiro (Alemanha, Suécia, Suiça, Estados Unidos da américa, Iarael, Angola(onde estava a construir uma fábrica para produção local e exportação para os países limitrofes), Moçambique, São Tomé e Principe, etc. Tinha uma Escola Profissional fantástica onde se formaram muitos jovens hoje empresários, que ganharam primeiros lugaresem concursos internacionais. O record mundial de velocidade lançada ainda é de sua posse com mais de 250 kms hora. Esta empresa foi uma das que os políticos da nossa praça conseguiram asfixiar de tal forma que hoje já não existe e, no seu espaço, de onde saiam mercadorias que faziam entrar divisas para o País há hoje grandes superfícies que geram negócios que fzem com se transfiram divisas para fora do País. !! Não, não era empresário propietário dessa empresa quem escreve estas palavras mas tão só um dos seus trabalhadores que lá tinha o rendimento para o seu sustento e da sua família. Não supreende que se faça hoje o mesmo com outras empresas Nacionais "PORTUGUESAS"


R.L., Funchal | 04/01/10 10:58
Sr. Jorge


JPM, LISBOA | 04/01/10 10:41
Vi os comentarios e ri-me... empresa de sucesso a jp sa couto que deve milhoes em impostos ao estado... onde se encontra o mercado aberto a concorrencia deita-se fora só para agradar a alguem... enfim é o Portugal que temos... mas nao escolhemos...


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