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No primeiro semestre, a “fuga” destes instrumentos de poupança abrandou face ao período homólogo de 2008. O número de investidores desceu para 658 mil.
Os certificados de aforro já não são os "instrumentos de poupança de excelência" dos portugueses. A actualização efectuada ao regime dos certificados de aforro, que deu origem à Série C, ditou em 2008 a fuga de investidores mais elevada de sempre. E nem a intervenção do Governo, em Março deste ano, apresentando uma fórmula de cálculo menos penalizadora e prémios de permanência mais atractivos, está a captar o interesse de quem procura rendibilizar as poupanças e evitar riscos. No primeiro semestre, os certificados já perderam mais de 13.300 investidores.
Segundo apurou o Diário Económico junto do Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público (IGCP), o número de portugueses que detinha em carteira certificados de aforro recuou de mais de 671 mil em Dezembro de 2008 para cerca de 658 mil no final de Junho deste ano. Contas feitas, saíram, em média, 2.220 investidores por mês ou 74 diariamente.

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