O Presidente da República apelou ontem à capacidade inovadora e criativa dos portugueses para inverter a situação "algo preocupante" que o país atravessa.
"O país precisa do contribuo activo das comunidades locais para concretizar a recuperação económica", afirmou Cavaco Silva, numa sessão em São João da Madeira, que marcou o encerramento da primeira jornada do Roteiro das Comunidades Locais Inovadoras.
Lembrando a "situação algo preocupante" que o país atravessa, com o desemprego elevado, um endividamento que é "excessivo" e uma fraca competitividade internacional, o Chefe de Estado renovou o apelo à mobilização dos portugueses para inverter o cenário.
"Precisamos de mobilizar todas as nossas forças para inverter esta situação e é fundamental mobilizar a capacidade criativa e inovadora dos portugueses para essa recuperação económica", sublinhou.
Nesse sentido, frisou, é fundamentar reforçar a cultura de inovação para aumentar a produtividade e competitividade da produção nacional nos mercados internacionais.
Essa inovação poderá ser realizada nos mais variados domínios, não dizendo apenas respeito à actividade económica, sustentou o Presidente da República, argumentando que "em todos os ramos e actividade nós podemos apostar na inovação".
Cavaco Silva sublinhou também o "contributo fundamental" que essas mesmas comunidades locais podem dar para a recuperação económica do país, nomeadamente através de acções solidárias para com os mais vulneráveis ou da criação de riqueza aproveitando os seus próprios recursos.
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É preciso, sem dúvida nenhuma, que haja uma elevada capacidade de inovação e criatividade para poder ultrapassar uma situação bastante complicada. Nesse aspecto concordo inteiramente com o nosso PR. Mas, para que hajam essas caracteristicas entre o empreendedores portugueses, necessário ter por base um país com determinados principios, algo que Portugal não tem. Se começarmos pelo problema do excesso de burocracia portuguesa, o atraso na justiça e a falta de aposta das grandes empresas nacionais no que é nacional, obeteremos uma parte da resposta para essa tal falta de inovação e criatividade do povo português.
Sr.Presidente, é sem dúvida preocupante a situação do país e consequentemente dos seu habitantes. Em todos estes anos de democracia plena, o nosso povo perdeu o controle da razão, as facilidades concedidas deixaram tonto, um povo despreparado para recebê-las. Criaram-se ao longo destas décadas, bandos de oportunistas corruptos e ladrões dos mais variados tipos. No topo, foram milhões e milhões de euros, que deveriam ter sido investidos na produção industrial, agrícola e infraestruturas, desviados para compra de mansões no campo e na praia, viagens e mais viagens a países de paisagens paradisíacas, mercedes, braitlings e tantas outras coisas, com a complacência e cumplicidade dos governos que se sucediam. Na base, foi o estímulo á preguiça e à irresponsabilidade, eram anos e anos a fio com subsídios de desemprego, com um código de trabalho que afugenta os investimentos por parte do capital nacional e estrangeiro, um código que ao ser protetor, prejudica o protegido sem que este se dê conta disso, enfim um monte de erros que o próprio povo está pagando diretamente, mas que não se apercebe que tenha a sua parte de culpa. Sempre se disse que o povo português é trabalhador, só não explicaram bem, é trabalhador sim, aquele que emigrou, aquele que teve que deixar a sua pátria para sobreviver com melhores condições, porque aquele que ficou, ficou acomodado sempre a contar com algo vindo do governo, que embora não seja de elevados valores, acabam por resolver a parte mais grave do problema. Estes vívios criados ao longo de mais de 30 anos, não serão curados com facilidade se não houver um esforço conjunto entre o governo e a sociedade. O governo, autarquias e a classe política dar exemplos para poder cobrá-los depois, e administrar os bens e recursos públicos com probidade, por sua vez a sociedade deve entender que nada nesta vida vem de graça, quando um é beneficiado , outro é prejudicado, a falta irá ficar em algum lugar, e é este acúmulo de faltas que agora veio cobrar a fatura, fatura essa que a sociedade vai pagar com altos juros.
Enquanto não houver sinceridade, e continuar a haver pessoas que vão para a função publica para explorar os Portugueses aceitando dinheiro corrupto para destruir a capacidade das pessoas de pensar, este país vai passar um mau bocado.
As pessoas que sabem que não tem capacidade, nem intenção de melhorar a vida dos Portugueses devem dar lugar a pessoas mais novas que tenham sido bem ensinadas.
É muita corrupção por de traz do escudo de estupidificação geral.
O futuro e o progresso que é publicitado, é o em que os donos estão escondidos por de traz da lei, e somos comandados por uma parede, uma frase, um símbolo.
Dizer às pessoas para serem criativas, ao mesmo tempo que lhes começam a tentar dizer que tem que pagar o ar que respiram não dá. E não vou valar mais porque enervo-me.
Sou da nova geração. Por mim isto vai tudo ao fundo já amanhã. Nem me levanto. Não tenho emprego nem dívidas e facilmente bazo deste país. Quem engordou agora que emagreça, se quiser sair do buraco em que se meteu.
Não se inova e enveste por decreto. Investe-se quando há condições fiscais, legislação laboral e quando não há perseguição por parte do estado aos empresários (ex: penhora de contas por centenas de euros.
Nunca se squeçam do seguinte: O CAPITAL DESLOCA-SE PARA ONDE SE MULTIPLICA MAIS RÁPIDO.
Isto que se está a passar, não é uma crise mas sim uma "guerra economica ", pois não tenham dúvidas que isto será um virar de página e só se safa quem tiver armas " dinheiro ", os países que soberem tirar dividendos do seu valor, conseguirão sair com ganhos e salvaguardar o seu povo, e aí Portugal sairá muito mal, pois não aproveita o que tem, pelo contrário fomenta o abandono a corrupcção e as injustiças!!
Este governo é liderado por um mafioso, só não vê quem não quer, os portugueses deveriam actuar, pedir responsabilidades e julgá-los na praça pública!!!
SERÁ QUE O SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA QUE VIVE TÃO PREOCUPADO, NÃO PODERÁ DAR UMAS IDÉIAS PARA VER SE A GENTE SAI DA CRISE.
Dolands, como eu o compreendo. A geração da abrilada que tudo rapou (carreiras, pensões, boas casas a preço da uva mijona, previlégios e direitos) que agora aguente o barco, pois eu não tenho para pagar a factura que eles nos deixarram.
Não se esqueçam que foi uma geração que pegou num país sem dívidas e com os cofres a abarrotar de ouro...
QUE LATA !
UM FUNCIONÁRIO PUBLICO COM 3 REFORMAS DO ESTADO!
Em verdade, todos têm razão.
Olhando e vendo que:
- Compramos tudo nos hipermercados
(Termos mais oferta e opção de escolha, ajudamos na criar monopólios e eliminamos o comercio local, activa-se a pobreza e exploração laboral)
- Importamos Automóveis, Telemóveis, Computadores, Alimentos.
(O que realmente produzimos?)
- Reformas chorudas, Corrupção e outras injustiças.
- Consecutivamente o sistema faz-nos furos no cinto, se a culpa é dum Partido, elege-se outro e assim serpenteando.
(Se estas atitudes persistirem, não vejo FUTURO para esta empresa.
Embora não seja fácil, penso que será possível sair desta crise de invertermos as tendências se se:
- Efectuar a análise e elaborar um sistema de controle nacional.
(assente nas novas tecnologias, onde seja possível controlar a despesa pública e o plano de acção a implementar)
- Discutir e elaborar um plano de acção para um prazo estendido, vinte ou trinta anos por exemplo.
(assente nas novas tecnologias e não só, todo o cidadão é convidado a participar nas áreas onde tem conhecimento e interesse)
- Com base no orçamento, cada projecto do Plano de Acção, será definindo o tempo de conclusão e responsável das várias etapas deste. Nessa altura auditoriada e responsabilizada pelos gestores deste e corrigida adequadamente.
- No que diz respeito a reflexão das receitas dos contribuintes/empresas ao estado estas serão 100% transparentes e asseguradas.
Assim creio que será possível levar a bom porto o NOSSO PORTUGAL.
(Haja boa vontade e eliminem-se as politiquices!)
SerHumanoFilipe