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O Banco de Portugal, liderado por Carlos Costa, esteve envolvido no estudo de 2011 sobre a desvalorização fiscal, que rejeitava a baixa da TSU.
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Desta vez, o estudo sobre as mudanças na TSU não envolveu o Banco de Portugal.
Após o anúncio das mudanças da Taxa Social Única (TSU), a 7 de Setembro, que gerou uma forte onda de contestação política e social, o Presidente da República chamou o governador do Banco de Portugal (BdP) para ouvir a sua opinião sobre as alterações pretendidas pelo primeiro-ministro. Cavaco Silva acabou por vir a fazer aquilo que o Governo rejeitou: ouvir Carlos Costa sobre a medida negociada com a ‘troika'.
Instada a comentar o encontro, fonte oficial da Presidência da República afirma que "a prática da Presidência é não falar sobre encontros que não façam parte da agenda do Presidente". Mas o Diário Económico sabe que o Chefe de Estado reuniu com o governador, para ter a opinião do BdP sobre os efeitos do aumento de 11% para 18% da TSU para trabalhadores e a redução de 23,75% para 18% das contribuições das empresas para a Segurança Social.
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