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A actividade da Carris não tem conseguido superar uma dívida superior a 630 milhões de euros.
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A empresa de transportes públicos atingiu uma “situação insustentável”, diz o seu presidente. A injecção de capitais foi proposta para os próximos 11 anos.
A Carris propôs ao accionista Estado na assembleia geral da passada sexta-feira, dia 26, um plano de reestruturação e saneamento financeiro que envolve a injecção de cerca de 700 milhões de euros até 2021 e a contratualização do serviço de transportes públicos proporcionado pela empresa.
A tutela conjunta da empresa, assumida pelos ministérios das Finanças e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações não tomou qualquer decisão sobre o assunto e a opção definitiva só deverá ser conhecida no final do ano. Isto porque o plano sugerido pela administração liderada por Silva Rodrigues prevê que 2010 é um ano para acertar pormenores, só sendo operacionalizado de 2011 a 2021.
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