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As empresas contactadas lpelo Diário Económico garantem que já estão a preparar-se para o pior dos cenários.
A paralisação dos camionistas obrigou já algumas empresas a accionarem planos de contingência de modo a minimizarem os impactos da situação. As empresas contactadas pelo Diário Económico garantem que ainda não estão a sentir os efeitos da paragem dos camiões, mas deixam o alerta: um eventual prolongamento da situação pode levar as fábricas a parar a produção.
A Jerónimo Martins adianta que a paralisação "está a afectar os fluxos de recepção de mercadoria, o que nos causa, naturalmente, alguma perturbação logística". O grupo garante ainda que tem "um plano de contingência accionado, os camiões estão na rua, mas não vamos avançar mais informação. Temos sotcks de mercearia para 3 a 4 dias". A Jerónimo Martins diz que está a acompanhar a situação de "muito perto, numa gestão ao minuto, por forma a minimizar os impactos".
Também com um plano de contingência no terreno está a Renault CACIA. O plano serve para atenuar os efeitos de modo a que a produção não seja afectada, mas "um prolongamento poderá ter consequências na produção", diz fonte oficial da empresa.
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