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A Brisa é liderada por Vasco de Mello (na foto).
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Primeiro é preciso concluir a reorganização societária do grupo e, só depois, a concessionária analisará novas oportunidades para crescer.
Só depois de estar concluída a reorganização societária do grupo, é que a Brisa vai olhar para novas oportunidades de crescimento, disse João Azevedo Coutinho, Chief Financial Officer (CFO).
A empresa anunciou a venda de 16,35% na brasileira CCR, em Junho último, prevendo um encaixe financeiro de cerca de 1.200 milhões de euros, que serão utilizados para fortalecer a sua posição financeira e aquisições, estando a olhar oportunidades em países como Turquia e Índia.
Acrescentou, em entrevista escrita à Reuters, que vê como tendência "natural e racional" uma consolidação do mercado português de concessões rodoviárias, onde é o líder.
"Apenas após a reorganização, e com uma estrutura financeira mais estável, a Brisa irá olhar para novas oportunidades de crescimento. Ainda assim, a Brisa tem vindo a acompanhar de perto os desenvolvimentos mais recentes do mercado de infra-estruturas", afirmou o CFO da Brisa.
Salientou que "a reorganização está na fase final" e que "se espera que a reestruturação esteja formalmente implementada no quarto trimestre de 2010".
João Azevedo Coutinho disse ainda que a maior concessionária de auto-estradas em Portugal não fará investimentos significativos até ao final de 2010.
Acrescentou que a empresa irá reduzir, pelo menos, toda a dívida de curto prazo com os 'proceeds' da venda da participação na CCR.
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