Mais Lidas
Relvas abriu a Universidade de Verão social-democrata.
Comunidade
- Mourinho no Real até 2016 13:28
- Inflação no Reino Unido desceu para 3%, o valor mais baixo desde 2010 13:25
- Mais de dois terços dos portugueses nunca ouviram falar de 'eurobonds' 13:19
- Endividamento das empresas atinge máximo histórico de 180% do PIB 13:05
- Praça lisboeta é a única a cair na Europa 12:59
O secretário-geral do PSD insiste na necessidade de cortar a despesa pública.
"O Governo tem de se convencer que é possível fazer um bom OE em Portugal e esse bom Orçamento implica cortar nas despesas do Estado, cortar em muitos institutos públicos que nós já temos, cortar a despesa inútil que temos no Estado, de despesa supérflua que nós temos no Estado central, no Estado regional e no Estado local", afirmou.
Miguel Relvas, que falava na sessão de abertura da Universidade de Verão do PSD, que decorre em Castelo de Vide até domingo, não avançou, contudo, com qualquer proposta concreta, insistindo apenas na necessidade de existir um "princípio de exigência".
"Não podemos caminhar sempre para a tentação do mais fácil, que nos arrasta de recessão em recessão", sublinhou, lembrando que nos últimos 15 anos, desde que Cavaco Silva deixou o Governo, Portugal "aumentou sempre a sua capacidade pelo lado da receita".
"Nunca foi capaz de cortar na despesa, esse monstro", criticou.
Sócrates sofre de "síndroma da bruxa má"
Miguel Relvas recorreu às histórias infantis para ilustrar o "país de ilusão" em que José Sócrates vive, considerando que o primeiro-ministro sofre da "síndroma da bruxa má".
"Temos um primeiro ministro que sofre da síndroma da bruxa má. Um primeiro-ministro que todos os dias se vê ao espelho e diz 'espelho meu, espelho meu, quem é melhor do que eu'".
Recuperando um ideia que já tinha transmitido no seu discurso, o secretário-geral do PSD considerou que José Sócrates "vive uma visão bipolar da vida".
"Há dois países para ele: o país dos problemas, o país dos outros e do povo português e o seu país que é um país de irrealidades e de ilusão, mas que não tem nada a ver com o dia a dia e com a dureza e a dificuldades com que os portugueses são confrontados", criticou.
Notícias da mesma categoria
Disclaimer: "O Económico apela aos leitores para que utilizem este espaço para um debate sério e construtivo, dispensando-se, para o bem de todos, o insulto e a injúria gratuitos. Desaconselha-se o uso exclusivo de maiúsculas e a repetição de comentários. Comentários inadequados devem ser denunciados e quando tiverem mais de cinco denúncias serão eliminados. O IP do leitor não será revelado mas ficará registado na base de dados".
Publicidade
Acções do PSI 20





