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Mercados europeus oscilam entre ganhos e perdas. PIB norte-americano e novidades de Atenas poderão definir o rumo das bolsas.
Às 11h30 os principais índices europeus seguiam sem tendência definida, aguardando-se pelos primeiros dados sobre o comportamento do PIB dos EUA no último trimestre de 2011 (o relatório será conhecido ao início da tarde) e também por novidades sobre as negociações do ‘haircut' grego.
Na base da intermitência dos mercados está também um ajuste de carteiras, com os investidores a aproveitar o ‘bull market' europeu para tocar acções cíclicas por títulos mais defensivos, explicaram ‘traders'.
A Grécia continua a centrar as atenções dos investidores. O Comissário Europeu dos Assuntos Económicos, Olli Rehn, anunciou em Davos que o governo grego e os seus credores devem chegar a um acordo para evitar um ‘default' do país helénico.
"O sentimento dos mercados bolsistas depende do resultados das negociações com a Grécia", disse Keith Bowman, analista da Hargreaves Lansdown, à Reuters
Na Europa, a manhã foi também marcada pela divulgação dos dados sobre o desemprego espanhol. A taxa de desemprego no país de Mariano Rajoy aumentou no último trimestre de 2011, face aos três meses anteriores, estando no nível mais elevado em 15 anos, nos 22,9%.
É neste cenário macroeconómico que o francês CAC 40 desvaloriza 0,17%, enquanto o espanhol IBEX 35 e o italiano FTSE MIB avançam 0,05%.
Por Lisboa, o PSI 20 segue a perder 0,17%, cotando nos 5.472, 28 pontos. Com 12 cotadas a negociar no vermelho, as acções da Portugal Telecom lideram as perdas, ao desvalorizar 1,19%, cotando nos 3,98 euros.
No sector bancário, o Banco Espírito Santo recua 1,2%, cotando nos 1,31 euros e o BPI cai 0,58% até aos 0,52 euros. BCP e Banif seguem sem tendência definida.
Ainda no sector das perdas, a Galp recua 0,34% no dia em que anunciou que a venda refinada de produtos petrolífero tiveram uma queda homóloga de 1,1% para 4,2 milhões de toneladas.
Do lado dos ganhos, o destaque vai para a Renováveis, que segue a valorizar 1,39%, cotando nos 4,38 euros.
Fora dos mercados accionistas, o preço do barril ‘brent', que serve de referência às importações portuguesas, ganha 0,57%, cotando nos 111,37 dólares.
No mesmo sentido, o preço do barril de crude sobe 0,47%, até aos 100,17 dólares.
No mercado cambial, o euro segue a valorizar 0,25%, cotando nos 1,3142 dólares.
O ouro, que serve de referência aos investidores em períodos de crise, está a ganhar 0,22%, cotando nos 1722, 26 dólares a onça.
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