Mais Lidas
Comunidade
- Mourinho no Real até 2016 13:28
- Inflação no Reino Unido desceu para 3%, o valor mais baixo desde 2010 13:25
- Mais de dois terços dos portugueses nunca ouviram falar de 'eurobonds' 13:19
- Endividamento das empresas atinge máximo histórico de 180% do PIB 13:05
- Praça lisboeta é a única a cair na Europa 12:59
Principais índices europeus oscilam entre perdas e ganhos.
Depois de um arranque em queda, as bolsas de referência do Velho Continente seguem, nesta altura, com ganhos tímidos. Já a praça nacional mantém a queda em torno de 1%. O euro segue praticamente estável nos 1,2674 dólares, depois de ter estado a cotar perto de mínimos de 17 meses.
Isto numa altura em que a França se prepara para emitir 8.700 milhões de euros em títulos de dívida com maturidades inferiores a um ano. O leilão francês acontece depois de a Standard & Poor's ter retirado o ‘rating' máximo de AAA ao país e revisto ainda baixa as notas de outros oito países da zona euro, incluindo Portugal, cuja dívida ficou num nível considerado ‘lixo'. A agência financeira avisou que o ‘rating' máximo de AAA do Fundo Europeu de Estabilização Financeira - que está a ajudar Portugal - só será mantido se a Alemanha aumentar a sua participação, já que a França perdeu a nota máxima.
"Após a redução do 'rating' da França é possível que alguns fundos de pensões, que investem apenas em obrigações com notação máxima, possam vir a vender dívida francesa. Contudo, a grande incógnita é saber o que farão as demais agências, a Fitch e a Moody's. Se estas duas agências mantiverem o 'rating' de França no seu aval máximo, então o impacto da decisão da S&P será bastante limitado e o Fundo Europeu de Estabilização Financeira não deverá perder a sua notação actual de AAA", explicam os analistas do BPI no seu Diário de Bolsa.
Em Portugal, os títulos da banca são os mais castigados. O BCP perde 3,76%, ao mesmo tempo que o BPI cede 3,68% e o BES recua 2,31 euros. No mesmo sentido, o Banif desliza 1,94%.
As energéticas também tiram força à bolsa, com a Galp a perder 2,2%. Em declarações ao Diário Económico, antes de ser conhecido o corte do 'rating' de Portugal, Claudio de Marco, CFO da petrolífera, admitiu que "apesar do seu perfil global, a Galp não deixa de ser uma empresa portuguesa, pelo que as dificuldades de financiamento do País também nos afectam de alguma forma".
Nota ainda para as quedas da EDP (-1,19%), Portugal Telecom (-0,56%) e Jerónimo Martins (-0,71%).
Notícias da mesma categoria
Disclaimer: "O Económico apela aos leitores para que utilizem este espaço para um debate sério e construtivo, dispensando-se, para o bem de todos, o insulto e a injúria gratuitos. Desaconselha-se o uso exclusivo de maiúsculas e a repetição de comentários. Comentários inadequados devem ser denunciados e quando tiverem mais de cinco denúncias serão eliminados. O IP do leitor não será revelado mas ficará registado na base de dados".
Publicidade
Acções do PSI 20





