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Jardim Gonçalves foi um dos contactados pelo BCP com a proposta de negociação das reformas.
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Os ex-gestores da equipa de Jardim Gonçalves estão a ser contactados para renegociar pensões que custam 6,5 milhões por ano.
O Banco Comercial Português (BCP) está a propor aos seus antigos administradores uma renegociação amigável das suas reformas. Segundo soube o Diário Económico, a via escolhida será o recurso a um processo de arbitragem.
Em causa estão as pensões pagas aos ex-gestores da equipa de Jorge Jardim Gonçalves que se reformaram em 2007. Estes administradores recebem um total bruto de reformas de 6,5 milhões de euros por ano, como noticiou recentemente o Diário Económico. Estes montantes são pagos através do fundo de pensões do BCP e das apólices constituídas na Ocidental Seguros. O banco terá provisões de mais de 200 milhões por conta destas reformas.
O banco quer rever as pensões destes gestores, por considerar serem, à luz do que hoje se sabe, desadequadas, mas evitando a via litigiosa. Segundo fonte do banco, o objectivo é resolver o processo "a bem", recorrendo à mediação.
Entre os argumentos para a decisão de tentar reverter os actuais montantes pagos está o facto de os salários que serviram de base ao cálculo das pensões assentarem em resultados que se sabe hoje não serão alegadamente fidedignos. Por outro lado, existirão algumas dúvidas quanto à forma como foram decididos estes planos de reforma. O recurso à arbitragem como forma de resolução de litígios tem duas vantagens. Para além de ser uma negociação "amigável", é uma fórmula mais célere face ao recurso aos tribunais.
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Comentários (30)
Qualquer funcionario que prevarica é despedido justa causa estes senhores fizeram as aldrabices conhecidas de todos e ainda recebem estas reformas? com que direito? o que é que os deputados estão a fazer na assenbeleia da republica não teem vergonha de ler estas noticias e não fazer nada? andam á 2 meses a discutir comissões do negocio da pt que a partida ficou resolvido quando não houve negócio e esta pouca vergonha destas reformas não ha comissões??
Acho bem que o BCP, vá buscar dinheiro às reformas dos ex-gestores, em vez de andar a cobrar despesas de manutenção (6€) a quem tem saldos inferiores a 3.000€/mensais.
Em nome da moralidade, retirar a quem mais pode e tem.
estes senhores deviam receber uma reforma que não fosse para além dos 400 euros.
O maior problema, não se cifra, na imoralidade de um engenheiro civil empregado por conta de outrém, reformado, proveniente da classe média baixa da Madeira, receber 173.000€ por mês. A situação é ter-se que lidar com o impacto que esse(s) montante(s) têm num fundo de pensões, que serviu durante o seu "caudilhismo", como caixote de lixo, de muitos dos activos tóxicos para a empresa e seus associados, com o pretexto de que eram investimentos a longo prazo.
Há também que responsabilizar, quem numa atitude de subserviencia pactuou com tais comportamentos. É que esta subserviencia e(ra) também ela principescamente recompensada.
Hoje em dia não se fazem julgamentos publicos tão do agrado dos governantes socialistas, à semelhança dos que condenaram Luis XVI, em França, e , como Zinoviev ou Kamenev, em Moscovo, homens tão diferentes como: Sosa Blanco ou Humberto Sorin em Havana. Mas há certas pessoas que os merecem...ai isso merecem.
Aqui temos uma novela para 1000 episo'dios ! Nao morrendo d'amores pelos ex-BCP, ha' que cumprir o acordado e pagar-lhes. A moral fica para a Igreja, que por acaso tambe'm nao cumpre. Se o PR tem 3 reformas e caminha para a 4a ! Se a rapaziada da CGD, BdP, vivem bem almofadados, porque agora estas la'grimas de jacare' ? E o Vara, que recebe sem "esgravatar" ?
nao é necessario negociar mas sim cobrar mais impostos sobre essas reformas
E as culpas ? Ninguém apura as culpas ? ninguém apura as s/ responsabilidades ? Ninguém apura a gestão danosa de que esta equipa é acusada ?
Este senhores "gestores" de meia tigela deviam pôr os olhos em quem de facto merece esse adjectivo, veja-se por exemplo o Gestor Jack Welsh e a negociação da sua reforma feita com a GE. É pena que só copiem os salários e não os principios éticos.
Felizmente, embora devagar, começamos a ver o processo de roubos descarados a recuar...é pouco mas vale a intenção...deveriamos ter uma entidade que fiscaliza-se com rigor e isenção e que não permitisse tais descalabros...ROUBO é o que e chamam essas reformas...
É completamente imoral que os componentes da ex-Administração do BCP sejam beneficiários das actuais reformas, no mínimo chocantes, para não usar um termo bem mais contundente.
É totalmente falho da mais elementar ética, dizia, que tenham sido estes senhores a determinarem para si próprios, por decisão do órgão que, pasme-se ( ! ), era constituido por eles mesmos, as afrontosas reformas que iriam ter !
Tudo este cenário colide com a mais elementar ética !
Neste contexto, seria impensável que não se dispusessem a responder favoravelmente ao convite agora feito e a disponibilizar-se para rever as respectivas reformas.
Não será com reduções simbólicas que estes senhores irão eticamente limpar a sua face, a qual ficou demasiado suja com esta jogada.
Os accionistas não recebem tantas mordomias. Pelo contrário, desde essa administração nunca mais tiveram o retorno justo do seu investimento. Esse JG não passou de um grande "comedor". O diabo espera pela alma desse ganancioso, que nunca zelou pelos interesses de quem lhe pagava o ordenado.
O BCP é o banco que é devido ao trabalho destes administradores que tanto falam... E as reformas foram negociadas quando eles lá estavam, porque se tentamos sempre à posteriori alterar as coisas, imaginem que o governo se lembra de diminuir as pensoes dos portugueses já depois destes terem descontado a vida toda? E o salário que o Vara recebe sem trabalhar no BCP ninguem fala?
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