Mais Lidas
O presidente do Banco Mundial avisou hoje que os planos de estímulo são insuficientes para relançar a economia e travar a subida do desemprego, factores que ameaçam a estabilidade política mundial.
"Os estímulos deram um impulso que pode ser temporário, a menos que se consiga pôr a funcionar de novo o sistema de crédito", disse Robert Zoellick, em entrevista à Bloomberg.
"Quando o desemprego aumenta, isso é a questão mais problemática em termos políticos", sublinhou.
A cautela de Zoellick contrasta com a posição de alguns especialistas que estão mais optimistas face à evolução das economias, nomeadamente em relação à Índia e à China, numa altura em que as medidas lançadas pelos governos começam a surtir efeito.
O presidente do Banco Mundial disse ainda que o dólar vai continuar como a principal moeda mundial "por muito tempo".
Notícias da mesma categoria
Comentários (6)
Há muito que não via comentários tão bem esgalhados e complementados! IRS diz que a especulação vai acabar por nos cilindrar. MARSANTO confirma que a economia continua a deslocar-se para leste a ritmo alucinante e JL diz que isto está para durar. Pelos vistos nem CRISTO nos vai salvar desta!!! Desculpem não ter acrescentado nada, mas como estou de acordo com todos limitei-me a fazer um pouco de humor... a ver se com boa disposição o sofrimento diminui um pouco.
Os especialistas em economia,vulgo economistas,são como treinadoes de bancada.Só dão prognosticos certos no fim do jogo.
Mas aqui talvez tenham razão.No momento actual nos países,ditos em desenvolvimento,como a China e India,os trabalhadores tem ordenados de miséria e as regalias sociais são quase inesistentes.Mão de obra ESCRAVA que aproveitada pelos grandes grupos económicos está a provocar a deslocalização de milhares de empresas,origem do descalabro do desemprego nos países ditos desemvolvidos.
Com a esperada evolução destas economias talvez os seus trabalhadores ganhem direitos significativos.Então as fábricas voltarão e teremos de novo emprego.
Para uma solução rápida é nivelar por baixo,como parece ser a política dos países europeus nomeadamente o governo PORTUGUÊS.É baixar rápidamente o nível de vencimentos e regalias sociais de todos NÓS EUROPEUS,e rápidamente voltaremos a ser competitivos.
EUROPA EUROPA ,ANDAMOS A BRINCAR CIN A TROPA.
o dinheiro que havia no mundo é o mesmo que havia dantes, aliás até há cada vez mais dinheiro no mercado......acontece que é cada vez mais mal distribuído: assim há cada vez mais milionários e cada vez mais miseráveis; simples e verdadeiro.
É mesmo isso. Mal aparecem alguns indicadores em como a confiança dos consumidores e dos investidores está a sair do vermelho, a especulação instala-se e o preço de alguns bens e das euribor disparam. O que os mesmos especuladores se esquecem é que este bull market é fugaz, tão fugaz como a velocidade que as mesmas famílias perdem rendimento disponível em favor dos acréscimos das taxas de juro hipotecárias e perda de poder de compra, com a necessária correcção bolsista em breve. Na prática assiste-se àquilo que traduz a passagem da crise do sector financeiro para o sector económico, mais profunda e danosa que a primeira com consequências políticas e sociais.
olhado para a semana passada, o petróleo sobe de forma descontrolada (maior aumento da década) em plena crise e com a euribor a subir grande parte da semana, este senhor tem que estar louco. Estamos numa economia estável e o desemprego está baixo, só pode, senão como seriam possiveis estas subidas???
Ironia a parte, isto está para durar, mas aparecem pequenos sinais de retoma, os especuladores fazem logo disparar os preços.
Com os "stocks" ( casas,automóveis, etc) armazenados e sem escoamento, será difícil a produção avançar. Os estímulos não passam de paliativos. As soluções tardam em aparecer. Os especialistas dividem-se, mas todos estão de acordo num ponto, a situação é preocupante. Os polítcos tentam seguir algumas receitas conhecidas e nviam mensagens, mas a economia parece que não lhes dá ouvidos. Qual o o próximo futuro ? É uma incógnita.
Publicidade
Acções do PSI 20





