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Catarina Carvalho

As escolas precisam é de boa gestão

16/10/09 00:04 | Catarina Carvalho 



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Em Portugal não se consegue discutir Educação fora da ideologia. Para o bem e para o mal, a escola foi dos lugares onde mais se sentiu o 25 de Abril.

O alargamento do sistema - hoje universal, apesar dos 14,7% de abandono no fim do 9º ano - transformaram Portugal num país moderno. Infelizmente, o sistema ficou eternamente marcado pelo PREC. E a herança sente-se ainda, na forma pouco eficaz como as escolas são geridas. Ou melhor, não são geridas. As escolas portuguesas são organizações onde todos mandam e ninguém tem responsabilidade ou se sente responsabilizado. Nas escolas funciona a utopia da democracia total. Até os recém criados directores de escola - fruto da nova lei da gestão das escolas - são eleitos pela Assembleia de Escola (que também é escolhida em eleições, e inclui professores, pais, alunos, funcionários e representantes da autarquia).

Isto explica porque nenhuma escola fica especialmente humilhada por aparecer num mau lugar no ranking que é feito com base nas notas dos alunos nos exames nacionais. É verdade que o ranking compara coisas diferentes, colégios com alunos escolhidos a dedo e liceus obrigadas a aceitar os mais indigentes alunos externos. Na prática, os rankings servem mais de guia para pais que procuram a melhor escola privada para os seus filhos do que para hierarquizar escolas.

Mas o sacudir de ombros das escolas e dos seus ideólogos em relação aos rankings é assustador. Assim como não passa pela cabeça da maioria dos professores ser avaliado pelos resultados dos alunos - embora, no limite, seja esse o único critério objectivo para o fazer - também não passa pelos projectos das escolas lutarem para melhorar os seus lugares nos rankings. A culpa não poder ser atirada apenas para cima das escolas - muitas têm projectos de combate ao insucesso escolar que muitos alunos desaproveitam, e os profesfesores queimam pestanas fazendo fichas de recuperação.

O problema é que as escolas não são geridas como empresas. Se houvesse uma luta diária pelos resultados e a responsabilização de quem não os conseguiu atingir, provavelmente orgulhar-se-iam de ficar num bom lugar. Mas se calhar, esta é apenas outra utopia.
____

Catarina Carvalho, Directora-adjunta
catarina.carvalho@economico.pt

 




Comentários (13)

Tiago, | 16/10/09 18:20
Muito bom. Plenamente de acordo.

Muitos parabéns Catarina Carvalho,


Fernando Alves, | 16/10/09 17:10
Não é uma utopia. É um disparate!

A "responsabilização de quem não os conseguiu atingir", que não existe, começa em quem tem que atingir alguma coisa. E se há alguma coisa a atingir, essa coisa chama-se conhecimento, e quem tem que o atingir são os alunos, com o incentivo dos pais.

E a esses, ninguém pede responsabilidades!

O alheamento da realidade parece ser muito para a autora do artigo. É que a obrigatoriedade de aceitação de alunos externos indigentes, é um problema insignificante, quando comparado com os milhares de alunos internos em puro estágio de delinquência, desobediência, insolência e quase total asfixia do direito que os outros alunos têm a aprendizagens de qualidade!

Este é o verdadeiro Portugal profundo - e generalizado - que os comentadores de bancada desconhecem ou fingem ignorar. Faz-de de conta que as salas de aula são um espaço tranquilo onde os professores ensinam e os alunos aprendem! Ridículo!


vg, | 16/10/09 16:12
Maria,obrigado A autora e eu, achamos que na "escola com gestão"a rapaziada que escreve assim tem de ir fazer outras coisas.Na escola Marquês de Pombal em LIsboa , há marginais que só lá andam para receber o RSI .Tudo uma farsa,no mundo "socrático".


José Ribeiro, Lisboa | 16/10/09 15:58
"... é apenas outra utopia."

Não, não é Drª Catarina. Não poderá ser!

Penso que a comparação que faz da falta de gestão das Escolas com a gestão das Empresas, não é feliz.

Lembre-se que as empresas em Portugal estão como estão. Mal e porcamente.

(Sem se poder generalizar) fá alguns empresários a roubar ... falências ... má-gestão, enfim uma bandalheira. Desemprego pro causa de má-gestão ...

Percebo o que diz.

De facto aquilo na escola parece tudo menos uma organização.

Aquilo (as escolas, mormente a spúblicas) é em geral um "coisa" que não se sabe definir muito bem ... navega conforme os elementos da natureza ...

Mas por Amor de Deus não façamos mais "reformas".

Disso já temos que chegue.

É partir da realidade no terreno, encontrar os problemas mais candentes e atacá-los de forma cirúrgica.

Mudar tudo Não. Mais REFORMAS ditas PROFUNDAS NÃO!

Mudar só e apenas nos aspectos cirúrgicos, com intervenções cirúrgicas. Com inteligência e planeamnto. E com a maioria dos agentes do lado das mudanças.

Os professores têm que ser competentes e têm que ensinar. Têm que apresentar resultados que é o sucesso dos alunos.

Os alunos têm que aprender (tem que haver regras e disciplina) e os resultados qualitativos e quantitativos têm que ser premiados.

A escola tem que ser um espaço ORGANIZADO e DISCIPLINADO onde os alunos são EDUCADOS e preparados para a vida em sociedade e profissional.

Pedagógicamente.

A Escola tem que ser, portanto, um exemplo de organização e eficiência. Foi uma escola assim que me fez. Um corpo docente assim que me fez. Eu agradeço!

É neste sentido que concordo com o que diz.



Lucas Samuel, Lisboa | 16/10/09 15:02
"Assim como não passa pela cabeça da maioria dos professores ser avaliado pelos resultados dos alunos - embora, no limite, seja esse o único critério objectivo para o fazer"

Que disparate! Ouça lá menina directora: você é avaliada pelo desempenho económico das empresas acerca das quais dá notícia? Não, pois não? Independentemente do que noticie acerca delas, o caminho de cada uma, é o caminho de cada uma. Assim são os miudos: pegue num gueto e transforme-os em doutorados de Harvard. Acha que consegue? Vê-se mesmo que não conhece uma escola.

Vá ver o mundo real e só depois é que tente escrever acerca dele.


maria, porto | 16/10/09 13:55
esta senhora nunca esteve numa sala de aulas. De certeza absoluta. sobretudo nos últimos 8 anos. Tente ser avaliada por notas atribuídas a alunos que olham para a escola como um espaço de lazer, em que a única coisa que não devia existir são exactamente as aulas.Mais, tente ser avaliada pelo resultado escolar de alunos que escrevem e pensam assim, e passo a transcrever: Composição dum aluno do 9ºano “O Pipol e a Escola”

Geração Phonix e Zonix vodafnix Uzix Tmnix ...

(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa, realizada por um aluno do 9º ano, numa Escola Secundária das Caldas da Rainha (para ler, estarrecer e reflectir...!!!))

----------------------------------------------------------------------

REDAXÃO

“O PIPOL E A ESCOLA”


Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem “os Lesiades”, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.


Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o “garra de lin-chao” é q conceguiu assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, quês ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro. Ah poizé. Tarei a inzajerar?

Ainda tem a mesma opinião?


vg, | 16/10/09 10:41
Sr Francisco Cadete,interessante reflexão.Quanto aos subsidios escandalosos,há uns criados pelo Roberto Carneiro,que nunca acabarão, para privadas que supostamente cobriam zonas sem escola pública(nornalmente de inspiração religiosa).Depois há os outros ,para pais de baixos rendimentos terem acesso a colégios.Comsão dadso pelo IRS ,há profissionais liberais,tabernetros e dirigentes que benficiam(p.exemplo os funcionários público ganham de mais para este apoio) .Há meninos que chegam a ir de Mercedes par o colégio, onde andam,de borla..Este escandalo tem atravessado os vários governos eos jornalistas não averiguam


PEDRO PINHEIRO, Lisboa | 16/10/09 08:55
As escolas não podem ser geridas como uma empresa. Classificar um professor pelos resultado dos alunos é absurdo. Se tenho alunos com capacidades, que tem todos os recursos, naturalmente que tenho bons resultados, sou excelente professor, no entanto, se os meus alunos são desfavorecidos socio-economicamente, culturalmente, os seus resultados serão sempre piores do que os primeiros. Trata-se de formar pessoas, não vender bens. Por outro lado, ao pretenderem colocar gestores nas escolas que nada entendem de ensino-aprendizagem é um dos primeiros erros da gestão. O primeiro principio para um gestor é perceber do assunto.
Um segundo aspecto, de colocar um director na escola com poderes absolutos o que se passa em algumas escolas particulares. Conheço uma escola particular em que todos os professores tem o mesmo apelido ou afim, sim, um foi ser professor porque já tinha lugar garantido, ultrapassando tudo e todos. Os filhos desses professores frequentam essa escola, onde está a isenção, meus senhores, exigida na democracia? Querem formar mais um feudalismo, que como sabemos está imiscuído quase em todo o estado.
Não contesto o modelo do MIT, da relação entre escola e empresa, vejo como necessário para rentabilizar o investimento feito na educação, contudo, formar não é apenas profissionalizar, é muito mais, sobretudo, criar seres responsáveis em todos os domínios da sociedade, com capacidade crítica para os problemas que se avizinham, tem de ter capacidade esclarecedora para escolher os seus governantes, ou acham que nada disto interessa??
Quem acha é sem dúvida algum feudalista, e cada vez mais assisto nesta pseudo-democracia.


jorge, cascais | 16/10/09 08:55
Minha amiga não seja assim. Repare os professores não fazem melhor porque 1 Trabalham muito (têm dos melhores horários da UE)2. Não têm condições de trabalho- O magalhães é uma treta 3. Ganham pouco (considerando o salário e o horário são os 4º mais bem pagos. 3. Não são avaliados. 4. Não são culpados de nada é sempre o Ministério (mesmo os erros nos exames que são feitos também por professores são culpa do Governo).
Ou seja, com esta gente não há escola que resista !


FT , | 16/10/09 08:32
Absolutamente de acordo com a autora do artigo. A nossa sorte é que o novo Salazar que andava poraí, não ganhou as eleições, caso contrário tinha-se perdido um das ferramentas de gestão mais importantes: A Avaliação de Desempenho.


Francisco Cadete, Setúbal | 16/10/09 04:31
Começaria por aqui. Tanto as Escolas estão de costas voltadas para as Empresas, como as prórpias Empresas e suas associações vivem, trabalham, sentem e olham as escolas como uma nebelina ou entidade que opera muito distantemente e nada sabe ensinar. Ressalvando uma iniciativa da Associação Portuguesa de Bancos à cerca do lançamento de um projecto de "Empreendorismo", nunca vi, qualquer escola ou seus representantes directos a assistirem, por exemplo, a uma sessão de controlo pela qualidade todal ou outra sessão onde se podem ouvir os comentários, apreensões e precupações dos empresários àcerca das atitudes, comportamento e disciplina que deve possuir um aluno que acede ao mercado de trabalho. Nem nunca vi nenhuma empresa, salvo algumas excepções na área do Marketing, a se deslocarem às escolas para transmitirem a estas as suas preocupações e sensibilidades. Os próprios programas curriculares são urdidos no monstro burocrático e bacoco Ministério da Educação, sem a participação de mais quem quer que seja. Logo, a este nível, existe um total divórcio, um total alheamento da escola secundária com as empresas e destas para com as escolas secundárias. Esta atitude de total ignorância de umas para as outras origina efeitos perversos, quer para as empresas quer para as escolas. Para as empresas, porque ignoram as capacitações dos alunos, Para as escolas, porque ensinam numa espécie de redoma ou laboratório onde os factos, os condicionalismos e as circunstâncias são bastante distintas daquelas que acontecem na realidade. Pese o facto de, em alguns cursos, este aspecto ser mitigado através da realização de estágios. Depois, no âmbito da reflexão, ninguém pensa, aprova e discute, se as competências que o Ministério impõe por via dos programas por este fixado, correspondem ou vão corresponder às expectativas e necessidades com que se debatem as empresas. Uma breve digressão pelas revistas da especialidade das associações empresarias e ainda declarações continuadas e sistemáticas nos média de dirigentes seus, indicam-nos que, nesta área vigora o caos mais absoluto ou o maior vazio.
Do que é dito decorre que a Escola (Secundária) e as Empresas, nas condições actuais de sua interligação, jamais proporcionarão uma envolvência tal que estimule a que a sua gestão possa alguma vez assumir parâmetros empresariais. Isto acontece, não em resultado da forma orgânica como a Escola se dispõe e funciona no tecido social, nem tão pouco, por força de a Escola ser um espaço ou lugar onde todos mandam e ninguém é resonsável ou é responsabilizado. Nem sequer à Escola lhe pode ser assacada o desqualificativo social de ser o lugar onde funciona a utopia da democracia total.
"Os recém criados directores de escola - fruto da nova lei da gestão das escolas - são eleitos pela Assembleia de Escola (que também é escolhida em eleições, e inclui professores, pais, alunos, funcionários e representantes da autarquia)" constitui uma experiência que basicamente assenta na ideia de que "para educar uma criança são necessárias várias aldeias." Com isto, pretendeu-se, ao que nos parece, chamar à colação do acto de aprendizagem "todos" os intervenientes da comunidade escolar. Ou seja, a ideia é a de que o acto de ensino não se esgota na sala de aula e que a sala de aula terá de ser mais abrangente, terá de incluir as prestações de aprendizagem que emergem das sinergias que resultam da interacção dos agentes que operam na comunidade escolar, de quem se espera que de uma forma ou de outra, formatarão a personalidade dos alunos. Pena é que não tivessem integrados as empresas de forma directa. Pois, se o tivessem feito, a Escola ter-se-ia enriquecido e, por via dela, os alunos. As empresas também não funcionam como corpos e espaços abertos á comunidade. Por via de regra, a generalidade das empresas, vivem muito ensimesmadas sobre os seus problemas, alheando-se quase sempre das circunstâncias do seu entorno institucional. Por outro lado, não se estão para esforçar em actividades que não sejam ou que não apresentem resultados palpáveis a curto prazo, em seu benefício. Porém, do que se sabe, ninguém da área das associações empresarias apareceu a dizer presente.
"Nenhuma escola fica especialmente humilhada por aparecer num mau lugar no ranking que é feito com base nas notas dos alunos nos exames nacionais". O objectivo das rankings não é o de humilhar Escolas. Numa escola vigoram os princípios pedagógicos. Se esse fosse o efeito pretendido, como acicate para motivar as Escolas a se esforçarem por melhorar, nessa altura, produzir-se-iam os efeitos contrários. A Escola, ao contrário do que acontece largamente nas organizações empresariais, preocupa-se e procura elevar a autoestima dos alunos, através de estudo porfiado de suas causas e determinantes da mesma. A Escola, tem por vector essencial, contribuir para que seus alunos sejam pessoas autoconfiantes, e, em termos de princípios, a escola procura preparar cidadãos para a vida. Para uma Escola converge toda a classe e gama de conflitos, problemas e dramas sociais de seus alunos e agregados familiares. Só quem lá não anda é que não pode ver e conhecer. Mais do que a introdução de métodos empresarias, a Escola, para cumprir a sua função que não tem nada ou tem pouco de ideiologia, e autoridade ao seu nível, deveria exigir que todas as outras instituições que actuam no tecido social, cumprissem com eficácia e eficiência a sua parte de responsabilidade. O que não acontece e a Escola não é uma ilha desligada do todo social. Da mesma maneira que uma Empresa não pode ser uma ilha que apenas presta contas ao umbigo do seu patrão ou entidade patronal e respectivos accionistas. Todos temos responsabilidade social. E, muitas vezes, achamos que a culpa é sempre dos outros. No estado actual da situação do pais, as Escolas muito fazem e sofrem por desmandos, incúria, negligências e desleixos imputáveis a outras entidades que não assumem as suas respondabilidades sociais. As escolas sofrem e as Igrejas também, devido a esta lacra social que é a de cada um não assumir as suas responsabilidades, neste país actual que é Portugal.
Quanto a "Na prática, os rankings servem mais de guia para pais que procuram a melhor escola privada para os seus filhos do que para hierarquizar escolas". Aqui está um problema de gestão: A escola pública não pode escolher os seus alunos. A escola privada pode escolher os seus alunos e, além disso, recebe chorudos subsídios do Estado, que somos todos nós contribuintes. A escola privada funcionando com intuitos lucrativos, e, portanto, numa lógica de empresa privada, jamais pode receber subsídios do Estado na medida em que estes distorcem a concorrência e estes subsídios são totalmente proibidos pela legislação da União Europeia. Mas, o que é verdade é que estas escolas privadas são subsidiadas pelo Estado. Agora, se destes subsídios são prestadas contas ao Tribunal de Contas, isso é que já não sabemos. Também desconhecemos se por aqui campeia algum processo de desorçamentação.


joão ferreira, vng | 16/10/09 01:11
Esta senhora até parece que descobriu a polvora.
QUER AGRADAR E DÁ UMA NO CRAVO E OUTRA NA FERRADURA.
As orientações do ministério ao longo de décadas foram sempre no sentido da facilidade, e agora a culoa é dos professores. Há decadas que ´se percebia que ia dar neste descalabro.
A culpa é sempre de quem dirige e legisla, e o País é que pagará a incompetência de alguns que no mínimo iludiram os restantes.


vg, | 16/10/09 00:24
As escolas devem ser geridas(não como empresas) mas com as técnicas e ferramentas da gestão.Que não têm.É preciso recrutar profissionais,como fizeram para os hospitais ( mas não para os tribunais) e descentralizar ,sem as intromissões negativas do MInistério.Autarquias ,pais e professores devem ser os "stakeholders" dessa organização


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