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"Com trabalho tudo se consegue" foram as primeiras palavras de Nuno Amado depois de confirmada a sua eleição como CEO do BCP.
"Estou optimista de que com trabalho tudo se consegue", disse o antigo presidente do Santander Totta à saída da assembleia-geral do BCP, no Tagus Park, em Lisboa, onde foram eleitos os novos órgãos sociais do banco e aprovado a mudança de modelo de governação.
Amado disse-se "satisfeito com esta assembleia-geral" e sublinhou que "é uma grande honra ser presidente do BCP e uma grande responsabilidade".
Recusando adiantar qualquer detalhe sobre o plano de recapitalização do banco, que inclui o recurso à linha pública de 12 mil milhões de euros, Nuno Amado falou no entanto sobre o eventual reforço da Sonangol e a entrada de um outro accionista de capital chinês. "Todos os accionistas são bem-vindos desde que venham para reforçar o banco", considerou.
Carlos Santos Ferreira, que hoje abandonou formalmente a gestão executiva do BCP, afirmou por seu turno estar "muito tranquilo" após "uma óptima assembleia-geral" e adiantou que, enquanto presidente do conselho para a internacionalização, apresentará em breve "ideias que já tem" à nova administração".
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