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“Lei Facebook” limita os padrões a procurar informação sobre os candidatos a emprego apenas às redes profissionais, como o LinkedIn.
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“Lei Facebook”, aprovada ontem, protege os candidatos a empregos que usem as redes sociais.
A partir de Outubro, na Alemanha, as chefias das empresas deixarão de poder aceder à informação dos candidatos a empregos. Dados como orientação sexual, convicções políticas, estado civil e ‘hobbies' passam a estar vedados, uma decisão que faz parte do projecto de lei aprovado ontem em Conselho de Ministros.
A lei de protecção de dados, também conhecida como "Lei do Facebook", tem como objectivo impedir os empregadores de utilizarem informação e dados pessoais da população veiculados em redes sociais, como o Facebook, na tomada de decisões sobre a contratação de um candidato a um posto de trabalho.
As empresas só poderão, a partir de agora, procurar informação sobre os candidatos através de redes profissionais onde estejam presentes, como o LinkedIn.
Além de não ser consensual, a lei poderá também não ser 100% eficiente. Apesar das medidas de privacidade permitirem esconder informação privilegiada do público no geral, segundo os especialistas, há o risco de os patrões criarem perfis fictícios e enviarem pedidos de amizade virtuais, ficando assim a conhecer os hábitos dos candidatos a colaboradores.
Outro problema reside na dificuldade em provar que a não contratação foi resultado da informação vista na rede social, ou mera desadequação de perfil.
*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
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