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O presidente da ANA, Guilhermino Rodrigues apresentou as novidades nos aeroportos que a empresa gere.
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Plano de expansão do aeroporto da capital vai prolongar-se até 2012 e exigir mais cerca de 160 milhões de euros.
Se se confirmar que a Portela vai fechar em menos de dez anos, é certo que os seus últimos dias não vão ser de decadência. Antes pelo contrário: até ao seu fecho, o actual aeroporto de Lisboa irá ser dotado de equipamentos que nunca viu nas anteriores décadas. É essa a firme intenção dos actuais responsáveis da ANA - Aeroportos de Portugal, empresa que gere o sistema aeroportuário nacional, para evitar a quebra da qualidade de serviço e conforto prestado aos passageiros.
Um processo que começou por novos terminais de passageiros e de carga aérea, prolongou-se com a mais que duplicação de portas de embarque com mangas telescópicas e vai prosseguir nos próximos anos: novos espaços de lazer, novos cafés e restaurantes, alguns deles só para fumadores, um ‘SPA', mais de 30 novas lojas de marcas de prestígio, novos acessos rodoviários à zona das chegadas e um novo terminal para transportes colectivos, são alguns dos trunfos com que a ANA pretende cativar os passageiros esperados para os próximos anos na Portela.
A ANA prevê que em 2017 a Portela receba entre 16,7 milhões de passageiros, segundo o cenário pessimista, e 19,5 milhões, de acordo com as estimativas mais optimistas. O ano de 2017 é fundamental porque é o ano esperado do início da operação do novo aeroporto internacional de Lisboa, no Campo de Tiro de Alcochete.
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Comentários (3)
O que é preciso é mangas para entrada nos aviões e restaurantes de maior qualidade e que não roubem os clientes (os que lá estão são um "assalto á mão armada" - exº, o "Harrod's" (o da frente e o de trás). Um SPA ??? Para quê ??? Num aeroporto que está no meio da cidade ??
gastar dinheiro em bens não necessários com o dinheiro dos portugueses não devia ser prioritário.
ridiculo. um Aeroporto que vai fechar gastarem dinheiro nele em coisas desnecessarias. tal como diz a noticia "até ao seu fecho, o actual aeroporto de Lisboa irá ser dotado de equipamentos que nunca viu nas anteriores décadas." entao agora e que se vai construir para depois demolir. isto e um excelente negocio para o construtor , pessimo para o contribuinte. menos 160 milhoes na carteira
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