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Estado

Administração Pública tem contratados cinco mil trabalhadores temporários

Denise Fernandes e Cristina Oliveira Silva  
15/07/09 00:05

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1 leitores

Empresas do sector garantem que a Administração Pública recorre cada vez mais ao trabalho temporário. Governo assegura que a lei é cumprida.

Cinco em cada 100 trabalhadores colocados pelas empresas de trabalho temporário acabam na função pública. O Diário Económico falou com várias empresas do sector e todas coincidiram em duas conclusões centrais: cerca de 5% dos seus trabalhadores temporários são recrutados pelo sector público; e a tendência é para aumentar.

Segundo o provedor do trabalho temporário, Vitalino Canas, haverá entre 90 mil a  100 mil trabalhadores em regime temporário. Isto significa que na administração pública trabalharão cerca de cinco mil - mais do que o número de avençados e não muito longe do universo de tarefeiros.

O recurso ao trabalho temporário ganha particular ênfase numa altura em que o Governo tem insistido no combate à precariedade na função pública. No entanto, o aumento do recurso a esta modalidade de emprego, testemunhado pelas empresas do sector, parece contrariar as pretensões do Executivo.





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Comentários (3)

Ritt, lx | 22/06/10 17:53
A título individual, ainda que acredite que uma grande percentagem da população portuguesa partilhe da minha opinião, deixo aqui impressa a minha indignação escrita na primeira pessoa e sem qualquer receio porque a verdade é demasiado evidente para que seja ignorada. Supostamente, ainda somos um país de livre expressão!
Seja por esta medida ou por qualquer outra do governo encabeçado por um primeiro-ministro que não seria sequer contratado por um Cardinalli para estender sequer o tapete aos palhaços, tal é o seu desempenho… o que gostava mesmo de ver era esta “corja” sustentar-se com um ordenado de 500 euros, pagar casa, luz, água, gás, a escola dos pequeninos, pagar o passe dos transportes públicos, durante um anito que fosse. Talvez pensassem realmente antes de fazerem a porcaria que fazem, pois até uma criança de cinco ou seis anos percebe mais de gestão do que eles.
Pena é que as pessoas se queixem e, não se juntem, para de uma vez por todas parar com a palhaçada destes ditos "senhores". Haveria de saber muito bem poder subir as escadas da AR, e expulsá-los um por um... ou pelo menos 98 por cento deles, que sempre há uma pequena grande excepção.
Sim... e todos sabemos que há por ai muitas pessoas inteligentes, com devida formação, sem ganância, não pervertidas por sistema podre e que muito gosto teriam em mais que empunhar a camisola de um país que tem tudo para ser um paraíso, mas deixá-la surrada, suada... trabalhar, gerir, liderar, com verdade e humildade e fazer do povo cabisbaixo, envelhecido precocemente pelo stress diário, pela ginástica financeira… sim... e deixá-los pelo menos com um sorriso de esperança e com a certeza de que podiam contar com alguém, acreditar e confiar que o amanhã será um verdadeiro “presente”.
Juntar portugueses de norte a sul, numa cruzada até à AR, parece algo surreal, utópico mas gostava verdadeiramente de ver uma versão moderna do que foi o 25 de Abril de 1974... e é algo tão simples de conseguir, mais ainda de executar… basta que o povo passe a acreditar em si próprio e se una!
Somos uma nação de conquistadores, navegadores, desbravadores, lutadores e, mesmo que o tempo tenha diluído parte da força do nosso carácter, agora deixo também o meu apelo: recuperemos do passado a confiança, a fé e a genica para fazer frente àqueles que se assemelham a Judas e nos estão a roubar inclusivamente a pouca esperança que restava.
Estou a exagerar?! Não… qual a solução?! Como em tudo tem que se começar por algum lado e se temos um (des)governo que não nos serve, há que fazer algo, ou tão somente unir-nos e avançar!



USA, NY | 15/07/09 03:37
As eleicoes estao a porta e os tugas tem boa memoria.


JPG, Vila Nova de Gaia | 15/07/09 03:10
Agora este Vitalino chama-se "provedor do trabalho temporário"?! LOL. Este governo já não governa: arrasta-se pelo país fora em golpes de teatro e em anúncios patéticos.


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