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O FMI considera "urgente" chegar a acordo sobre o cálculo das contribuições dos Estados Membros e sobre a determinação do seu peso e direitos de voto na instituição.
Adotada em 2010, a reforma da governança das participações do Fundo previa essencialmente rever a forma de calcular as contribuições (indexadas sobretudo ao Produto Interno Bruto e à abertura da economia) para dar maior espaço aos países emergentes.
Depois das primeiras discussões em março, o conselho de administração do FMI, que representa 188 Estados, referiu novamente este aspeto da reforma a 19 de julho sem, no entanto, chegar a um acordo, lê-se na nota do Fundo.
Os Estados "reafirmaram a necessidade de realizar um exame até janeiro de 2013, em conformidade com o calendário previsto, e sublinharam que isso exigiria um espírito de flexibilidade e de compromisso de todas as partes", entende o conselho de administração, reconhecendo ainda que "é urgente chegar a um acordo".
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