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Bolsa nacional sobe quase 2% e aumenta para 9% os ganhos acumulados em Setembro.
Foi a reacção que se esperada. A nova vaga de estímulos ontem anunciada por Ben Bernanke animou prontamente Wall Street e hoje, na primeira reacção às medidas, o mesmo aconteceu com o mercado europeu.
O verde dominou as cotações com Londres, Paris, Frankfurt e Madrid a encerrem a última sessão da semana com valorizações acima de 1%. O mesmo aconteceu com o português PSI 20, que regressa segunda-feira muito perto da barreira psicológica dos 5.500 pontos. Hoje o índice progrediu 1,9% para 5435,63 pontos com apenas o BCP - afundou mais de 7% - a perder valor.
A impulsionar esteve sobretudo a decisão da Reserva Federal (Fed) em avançar com uma terceira ronda de ‘quantitative easing' e prometer ao mesmo tempo juros mais baixos durante mais tempo. A ‘bazuca' norte-americana teve também influência no mercado cambial - o euro apreciou para cima de 1,30 dólares -, e no mercado de matérias-primas - o petróleo negociado em Nova Iorque saltou até aos 100 dólares o barril.
Em Lisboa foi o grupo EDP que mais se destacou pela positiva. A emissão de 750 milhões de dívida nos mercados da eléctrica portuguesa motivou uma progressão de 4% nas suas acções de 9% nos títulos da Renováveis, o melhor desempenho do dia.
Mas houve ganhos avultados em quase todas as frentes. Altri, Sonaecom, Galp, Mota-Engil, Portucel e Sonae Indústria também fecharam com subidas acima de 2%.
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