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Os accionistas da EDP aprovaram hoje em assembleia-geral o fim dos direitos especiais do Estado português na empresa.
Numa reunião com um único ponto na ordem de trabalhos, os accionistas da eléctrica liderada por António Mexia aprovaram o fim das acções com direitos especiais detidas pelo Estado português e, ao mesmo tempo, aumentaram os limites dos direitos de voto dos actuais 5% para 20%, uma proposta da Parpública.
O fim das ‘golden shares' está previsto no memorando que Portugal assinou com a ‘troika'. A assembleia-geral da EDP arrancou às 15h, em Lisboa, com 71% do capital representados.
As acções da EDP perdiam mais de 2% para negociar nos 2,15 euros.
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