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O auditório da EGP, onde decorreu a sessão, não chegou para albergar todos os interessados.
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Elevar a marca de uma empresa à categoria de activo intangível é o desafio do momento. Há regras para isso.
Não é absolutamente necessária nem tão pouco definitivamente suficiente, mas está provado que o racional de um negócio é tanto mais perceptível pelo mercado a que se dirige quanto mais consistente for a imagem da marca que tiver sido criada para o consubstanciar. É esta - se se quiser cair na tentação sempre redutora do sumário - a conclusão da conferência ‘Marca e Propriedade Intelectual - Desafios à Internacionalização das Empresas Portuguesas', realizada na passada quinta-feira na Escola de Gestão do Porto (EGP), uma parceria entre a AICEP e o Diário Económico no âmbito da iniciativa ‘Diálogos da Internacionalização'.
E se a conclusão é verdadeira para o mercado interno, muito mais importante se torna quando a internacionalização deixa de ser uma alternativa para passar a ser - como é o caso do actual contexto português - a única via desimpedida para o crescimento económico.
Mas se ficou claro que a marca é fundamental para a sustentabilidade ou até para a própria viabilidade da internacionalização de um determinado negócio, a partir daí tudo se complica. Luís Cardia, académico da ‘casa' (EGP) lançou a dúvida: "o que é que vale mais: internacionalizar uma marca nacional ou criar uma marca internacional?"
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