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Reduzir o preço da electricidade vai ser uma das prioridades do Governo belga, quando assumir presidência da UE
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Os 27 Estados-membros debateram hoje a acesso à energia pelos 50 milhões de europeus que vivem sem electricidade.
A protecção do consumidor é uma das prioridades da presidência belga da União Europeia (UE), que, no conselho informal de Energia, que decorre até terça-feira, em Bruxelas, também analisou a construção de uma moderna e integrada rede europeia de energia, bem como a necessidade de financiar novas infraestruturas e de promover a eficiência energética.
O ministro do Clima e da Energia belga, Paul Magnette, pediu aos restantes países da UE para levarem em maior conta os interesses dos consumidores, no âmbito do processo de liberalização da energia a nível europeu, que teve início há uma década.
Segundo Paul Magnette, importa debater "sem tabus" o funcionamento da liberalização do comércio energético e das consequências para os consumidores.
O governante belga, crítico da liberalização do sector, defendeu que os preços devem ser mais baixos e as faturas mais claras para os consumidores, de modo a evitar abusos e a melhorar os direitos dos clientes.
Na sequência do debate, o comissário europeu da Energia, Günther Oettinger, comprometeu-se a elaborar um relatório de avaliação das falhas do mercado no que respeita aos consumidores e a apresentar o documento aos ministros da Energia da UE no próximo conselho da área, agendado para Dezembro.
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Comentários (26)
50 milhões de europeus não podem pagar!
Deixem vir mais emigrantes e em pouco tempo passam a 70 ou 90 milhões!
Então a europa não é um continenete rico?
Foi mas já não é.
A nossa terra é pródiga em aumentar aumentar para sustentar os taxistas da EDP e seus apaniguados políticos e afilhados .
Mais uma vez se assiste a comentários sem qualquer fundamento nem conhecimento do mercado. Para manter uma rede eléctrica a funcionar é necessário existir produção, transporte e distribuição, e cada um destes componentes contribui com parte dos custos para o custo total do kWh ao consumidor final. No caso português, a produção é remunerada de acordo com os preços de mercado, entrando de acordo a chamada "figura de mérito", primeiro o preço mais baixo, depois os mais elevados, até perfazer o diagrama de carga da rede. Exceptuam-se as energias com preços pré-fixados, como as renováveis e a cogeração, que constituem a base do diagrama, sempre compradas. Depois há que assegurar uma rede de transporte fiável, remunerada com base nos activos existentes e nos investimentos a realizar, actividade regulada que compete à REN. Finalmente, a distribuição é maioritariamente regulada, com imposição de melhorias de produtividade em cada novo ciclo de regulação e garantias de qualidade de serviço por zonas do país. Os valores recebidos pela REN e pela EDP Distribuição estão fixos. A EDP Serviço Universal, comercializador de último recurso, tem preços aprovados publicamente, que reflectem uma expectativa de custos médios na produção. Qualquer outro fornecedor pode fazer os preços que quiser e existe livre concorrência.
Ou preferem que se faça como nos países africanos em que a energia é vendida a, por vezes, um décimo do custo total sendo tudo suportado pelo orçamento geral do Estado, ou seja, pagam todos pelo que só alguns consomem em grande quantidade?
Quantos dos que se queixam aqui já levantaram o rabo da cadeira e foram consultar outros fornecedores que não a EDP Serviço Universal?
Para compensar, os restantes pagam mais. Logo se pagam mais há mais probabilidade de deixarem de pagar - assim, a tendência é que o número dos que não pagam continue a aumentar. logo os para compensar, restantes pagam mais...e assim sucessivamente até a lâmpada se fundir...
o pedro..a maior parte desses pobres no Brasil fazem o chamado gato...puxam a energia dos postes...nao pagam...o que tu falas é apenas publicidade..claro que existe isso mas é uma infima parte..tu es um dos que acreditas na publicidade dos governos
No Brasil, o governo tem um programa chamado "Luz para todos" esse programa leva energia eletrica para todas, onde se tenta levar energia eletrica a todos os lugares (tem lugares impossiveis, como os confins da amazonia), mas ninguém fica sem energia por não poder pagar (residencia q gasta menos de 100kilowats por mês tem desconto na conta mensal - ganha um bonus) , ficam alguns sem energia por não terem acesso.
O governante Belga diz que o preço da energia,deve ser mais barato para os con-
sumidores da Europa,mas atenção da Europa,porque em Portugal (será que estamos na Europa) eles do cartel,falam sempre ao contrário,aumento da energia para os consumidores,porque o Sr Mexia ganha pouco.
Isto só demonstra que a liberalização sem regras e fiscalização apertada devido á consertação de preços não compensa aos consumidores, vejam a liberização das gasolinas cá em Portugal no que deu.
50 milhoes
dá vontade de lhes rebentar com os .........
premios de nao sei quantos milhoes lucros de naõ sei quanots milhoes. pois ta claro, qualquer dia somos 500 milhoes que não não lhe mexemos.
cambada de politicos interesseiros que dada a sua extrema ignorancia so sabem fazer pobres e indigentes, enquanto eles passeiam em carros de luxo e nada lhes falta em casa. revoluçao na Europa e acabemos com esta macacada da UE, e ja !
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