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Roubini e outros investidores de renome consideram que os testes de stress não foram suficientemente exigentes.
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Mesmo se os testes à banca fossem mais exigentes, os quatro bancos portugueses avaliados passavam, de acordo com o Citigroup.
O Citigroup diz que se os testes avaliassem as perdas com títulos de dívida pública contabilizados nos balanços dos bancos e não apenas nas actividades de 'trading', 24 instituições europeias chumbavam nas avaliações e precisariam, no total, de aumentos de capital no valor de 15 mil milhões de euros.
Numa nota de análise de hoje enviada aos clientes, os analistas do banco norte-americano adiantam que os rácios de capital Tier 1 iriam cair para baixo do limite mínimo de 6% exigido pelos supervisores para as instituições passarem nas avaliações, caso fossem consideradas as perdas com títulos de dívida pública contabilizados nos balanços e não apenas as utilizadas em actividades de 'trading', como aconteceu.
Os resultados revelados na passada sexta-feira mostraram que, dos 91 bancos submetidos a apreciação, apenas sete não conseguiram alcançar um rácio de 6% nos cenários avaliados pelos testes de resistência, e que estas instituições precisam de aumentos de capital no valor de 3,5 mil milhões de euros.
O Citigroup considera que seriam 12 bancos espanhóis, sete gregos, três alemães, um italiano e um irlandês a falharem os testes. BCP, Caixa, grupo Espírito Santo e BPI teriam à mesma nota positiva.
Acompanhe todas as notícias:
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Comentários (17)
essa união ibérica tem sido muito falada, mas o certo é que exemplos de sucesso de união ibérica são pouco. Os que se falava era da pt / telefonica e foi durante muitos anos vistos pelos iberistas como um exemplo a seguir. Eu, por acaso, nunca acreditei nessa ligação ao Brasil. Penso que neste momento, o resultado está à vista com a ruptura a ser total. Sempre disse que o estado devia ter sempre 30 a 35 porcento do capital das grandes empresas nas suas mãos. Assim não era necessário golden shares e quem tinha de sair era a telefonica. Não acredito em fusões ibéricas só dão para o torto e as pessoas sabem disso. Joao, dás-me exemplos de empresas portuguesas e espenholes com boa relação e com investimento lá fora que talvez eu possa acreditar. Para ficarmos submissivos, desculpa, mas assim não vamos lá e com o erro de se pensar que os espenholes pagam a nossa dívida. Isso é pensar de burro.
Quanto à CPLP, estás certo esses países são o nosso futuro ou têm de vir a sê-lo. Cá na europa podemos ser competitivos no mar, na agricultura o menos dependentes possível dos outros, comprando o nacional. Papel, energia, cimento já exportamos e podemos ainda ser melhores.
Agora, não se fiem em espenhe.
ora ai está somos os maiores .
somos tão bons e tão solidos que os bancos portugueses e as pmes bem como as familias vão ficar a nadar em credito !!!!
OU NÃO !!!!!!!!
subscrevo o que rapace escreveu no que concerne á descrição de porugal, tipo de investimento realizado pelos portugueses e a questão fulcral so subprime: aos apoiantes do triste fado tuga só digo que isto tudo começou com a crise do subprime e a banca portuguesa, tirando o BPP, estava completamente fora dessa salganhada.
bem hajam e obrigado rapace pela indicação clara de factos reais e sobejamente conhecidos. Só assim se consegue construir uma imagem da realidade
não joao estás certo. ainda há pouco tempo escrevi aqui que os espenholes estão na miséria. o sapateiro foi obrigado a mudar de opinião e já disse que vem aí mais austeridade. os espenholes diziam que a espenhe seria a economia mais forte do euro. a garganta que aquela gente tem...
Quanto a Portugal, o problema está no estado, empresas e famílias que estão sobreendividadas.
Os nossos bancos, para sorte nossa, nunca estiveram muito expostos ao subprime também por uma razão que afinal é muito forte: os portugueses não investiram nesses produtos preferindo alocar o seu dinheiro em compra de casas, carros... foram como não têm tradição cultural mais conservadores e até de certa maneira, honestamente, mais inteligentes do que os europeus...
só um apartezinho em relação à Califórnia: aquilo é gerido pelo ARNOLD SCHWARZENEGER. Que enorme credibilidade que o homem tem foi uma vida inteira a preparar-se para governador do que será, eventualmente, o estado mais importante dos EUA.
Isto seria como termos como primeiro ministro de Portugal o saudoso Tarzan Taborda!
Não é que eu aprecio o nosso Sócrates (nunca votei no indivíduo) mas é só para pensarmos um pouco que os outros que andam a atirar pedras sobre o processo de construção europeu são, de facto, muito fraquinhos.
O que eles não querem de todo é uma europa forte, um euro forte, posições comuns pois isso afecta o equilibrio de poder que pretendem edificar (Ásia - América - Pacífico). Abram os olhos caros amigos
Abraço
O interessante igualmente aqui é reparar que a banca alemã não é tão sólida como gostam de passar a ideia. A banca espanhola também não está muito saudável a par com a grega (que já era expectável). Podemos dizer que todas as preocupações sobre a banca nacional de alguma forma eram infundadas. Ou estou errado?
E digam lá agora que o "humor negro" desapareceu dos States. Aqui, a banca, agora liberta dos conselhos do camarada Greenspan, está a atravessar uma verdadeira "lua de mel financeira" !
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