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O primeiro-ministro assegura que os sacrifícios "não serão em vão".
"Vamos ter um ano de grandes exigências, mas que será também um ano de viragem económica para o país, é aquilo em que o Governo e também eu próprio firmemente acreditamos", afirmou hoje Pedro Passos Coelho, no Parlamento, no discurso de abertura do debate quinzenal, o primeiro do ano.
O primeiro-ministro acredita que o ano que agora teve início será um ano de viragem, durante o qual o país mostrará que cumpre as suas obrigações. Será também o ano em que se mostrará aos portugueses que "os seus sacrifícios não serão em vão" e têm como consequência "restaurar a credibilidade e a confiança externa do país e ao mesmo tempo lançar as condições saudáveis para o crescimento no futuro".
Passos Coelho sublinhou que essa viragem só será possível medianet a execução do Orçamento e da manutenção da vontade de levar até ao fim as reformas estruturais que são necessárias. O primeiro-ministro aproveitou para apelar à responsabilidade do Parlamento no acompanhamento e, em alguns casos, na aprovação dessas mesmas reformas estruturais.
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