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« em: 2005-10-06 09:26:49 » |
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Se tudo o que está no artigo do Financial Times for verdade, a probabilidade de a Afinsa e Fórum Filatélico serem fraudes inviáveis é elevadíssima. O artigo do Financial Times já está no fórum em tópico separado: http://www.thinkfn.com/forum/viewtopic.php?t=2727Este tópico destina-se a comentar o artigo do Thinkfn.com, bem como o do FT.
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« Responder #1 em: 2005-10-06 09:32:48 » |
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E começam as coincidências engraçadas ... 1 dia depois de sair o artigo no FT, a GMAI mudou de nome e ticker ... http://biz.yahoo.com/prnews/050928/nyw025a.html?.v=2
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« Responder #2 em: 2005-10-06 09:35:54 » |
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E claro, começaram as demissões de quem provavelmente não se quer ver entalado ... In addition, Escala Group announced the resignation of Anthony Bongiovanni and Emilio Ballester from the Company's Board of Directors. In accepting these resignations, the Board thanked Mr. Bongiovanni and Mr. Ballester for their contributions to the Company.
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« Responder #3 em: 2005-10-06 09:57:24 » |
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Naturalmente, também já estão a surgir "cópias" baseadas em arte, etc. E existem também pessoas que estão a começar a compreender o esquema. Se isto levar exposição em alguns jornais de grande circulação espanhóis e portugueses, o esquema pode rebentar rapidamente (aliás, a própria Fórum Filatélico já admitiu que não conseguiria reembolsar todos os clientes se estes tentassem reclamar o seu dinheiro ... "como os bancos", dizem eles). Exemplo da discussão de uma "cópia": http://foros.recoletos.es/foros-expansion/thread.jspa?threadID=89131&tstart=0
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« Responder #4 em: 2005-10-06 10:29:57 » |
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Incognitus:
Não consigo aceder ao artigo, mas tambem não preciso. Nunca tive dúvidas de que se trata de ponzis.
Defendí isso claramente há quase dois anos, numa discussão acesa no "caldeirão", e tambem já por duas vezes aquí (há cerca de um ano, e há cerca de um mês, ou parecido).
Só falta saber quando rebentam, mas nunca poderiam durar 200 anos (como tu por várias vezes consideraste possível).
Aliás, basta ver como evoluiram historicamente na sua busca de clientes para se perceber que já tem de estar numa fase relativamente avançada da evolução dos esquemas... Daquí para a frente não poderá durar muito mais o crescimento exponencial do número de "investidores" de que precisam para poderem continuar a pagar sem sobressaltos aos antigos "investidores" (e a queimar parte importante das entradas em iniciativas de show-off, como tem feito).
O rebentamento destes esquemas (que eu situarei, em termos de uma previsão sempre incerta, algures dentro dos proximos 10 anos) vai causar muita dor a muita gente... E a forma "séria" como se apresentam ao público (em comparação com coisas que são scams muito mais óbvios, como o PIPS) vai causar muita surpresa a pessoas "normais", que nunca meteriam dinheiro num PIPS...
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« Responder #5 em: 2005-10-06 10:30:23 » |
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Alguém sabe se a Arte y Naturaleza também está presente em Portugal?
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« Responder #6 em: 2005-10-06 10:32:13 » |
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Já agora, a dimensão disto é MUITO superior ao que poderíamos imaginar, o FT estimou a coisa em 5 bilhões de Euros!
Se for uma fraude, pode ser a maior fraude da história.
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« Responder #7 em: 2005-10-06 10:33:46 » |
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Pois, eu acho que vai mesmo ser. Muitos velhinhos vão perder economias que achavam seguras. E até os nossos CTT vao sofrer, e de que maneira... :roll:
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« Responder #8 em: 2005-10-06 10:34:03 » |
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não podes por o artigo do FT ?
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« Responder #9 em: 2005-10-06 10:42:41 » |
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Visitante, só logo à noite (e espero que me lembre de o levar para casa!)
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« Responder #10 em: 2005-10-06 10:56:36 » |
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Estava a pensar fazer um artigo sobre este tema, mas era interessante também traduzi-lo para Espanhol ... alguém se apresta a traduzir o resultado, se eu escrever a coisa?
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« Responder #11 em: 2005-10-06 12:07:59 » |
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« Responder #12 em: 2005-10-06 12:33:18 » |
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Bom... Eu nao estou bem dentro do assunto. Mas pelo que parece eles com o dinheiro investido compram selos. Certo? Ou seja, cada investidor e hipoteticamente dono de uma parte dessa colecao de selos. Correcto?
Assim sendo ninguem perde dinheiro. Tem os selos. (pelo menos aparentemente)
A questao que se coloca aqui é:
1- Os selos nao tem valor real estipulado (valor facial como as notas e moedas), tem um valor estimado que normalmente é inflacionado. O valor dos selos é o valor que alguem estiver disposto a comprar. 2- Nao me parece haver mercado suficiente para colocar tantos selos asism de repente se alguem quiser liquidar os seus investimentos. 3- As comissoes dos intermediarios e resgaste milionarios de quem sai do esquema sao pagos pelos que la estao, ou seja, a sua parte vale ainda menos.
Posto isso so podemos concluir que e um mau investimento, nao tanto uma fraude, mas um mau investimento que era previsel desde o inicio que assim fosse.
Para mim isto é o mesmo que eu comprar um quadro por X na espectativa de o vender por X+Y o que nao quer dizer que venha acontecer. So que no caso de comprar um quadro sempre posso usufruir dele enquanto o tenho. :-)
Nao sei se percebi bem o esquema, mas a ser como penso... Ui.
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« Responder #13 em: 2005-10-06 12:48:00 » |
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Esta pequena troca diz tudo ... FCOMATA
Registrado: 26 Ene 2004 Mensajes: 1
Publicado: Lun Ene 26, 2004 5:47 pm Asunto: Forum filatelico
-------------------------------------------------------------------------------- Soy coleccionista de sellos a traves de Forum Filatelico durante varios años y la verdad es que por falta de tiempo no se mucho de filatelia, por lo que me gustaria entrar en este mundo tan apasionante.
La pregunta del millon seria quien pone el precio? haceis refernecia a los precios del tema europa de 1956 de Luxemburgo unos 600 €, segun el catalogo michel del 2004 serian 900 € Luxemburgo y 80€ Holanda, ¿Como se pone este precio de catalogo?¿Alguien lo sabe? Tambien he visto subastas en donde se ha otorgado Luxemburgo del 1956 por poco mas de 300 €. Todo ello en superlujo y excelentes condiciones de conservacion entiendo. Por otra parte en el Catalogo de Forum los precios de Luxemburgo 1956 son de 6.699 € para el 2003. Como entendidos en la filatelia ¿pagariais eso por unos sellos?
Os agradezco mucho vuestra colaboracion puesto que el tema del precio me parece un asunto de especial importancia que a todos nos incumbe
gracias Volver arriba FENERI
Registrado: 24 Dic 2003 Mensajes: 184 Ubicación: Murcia Publicado: Mie Ene 28, 2004 1:06 pm Asunto:
-------------------------------------------------------------------------------- HOLA FCOMATA.
Te voy a contestar en lo que más seguro estoy.
EL FORUM FILATÉLICO, no vende sellos como si fuera una filatelia, ellos ofrecen una modalidad de inversión, nada de coleccionismo; mediante un mini catálogo de unas hojitas te fijan unos precios que nada tienen que ver con el mercado, SON SUS PRECIOS; después forman a unas personas que se encargan de captar clientes a los que ofrecen esos sellos diciendo que son en calidad especial y que eso es lo que valen, se firma una especie de contrato como que adquieres los sellos, que vas pagando en mensualidades o de golpe, te garantizan la recompra más lo que según ellos se hayan revalorizado y así va pasando el tiempo, puedes o no quedar depositario de los sellos, según quieras tenerlos o que los tengan ellos. Si decides al término recuperar el dinero lo haces y con un gran rendimiento, PERO, ¿que pasará el día que FORUM FILATÉLICO de en quiebra o desaparezca?, te quedarias con unos sellos que al precio de mercado no se ajustarian lo más mínimo. Pongamos un ejemplo: Se compra la serie de Luxemburgo del año 1956 que a precio de mercado con pequeña variación está a unos 600 euros a compra fija y que no siempre se encuentran, ellos establecen que esa serie vale 6.600 euros, se firma el contrato y pagas lo establecido por el Forum, como te garantizan esos 6.600 euros más el rendimiento, tan tranquilos, pero..............se vuelve a lo que dije anteriormente.
Hace unos años le fijaron al sello de Europa Andorra 1972 un precio de 900.000 pesetas, cuando su precio de mercado está sobre las 13000 pesetas antiguas.
Las subastas se realizan con ejemplares cuantiosos o escasos, por ello los precios oscilan, unas veces no llegan al valor del mercado y otras lo pasan.
En este tema hay un catálogo especializado, ya te diré el nombre y ese es el más acertado, pero no sé quien marca los precios, supongo que sea según demanda u oferta.
Espero que te sirva un poquito todo lo expuesto.
Desde Murcia, un saludo.
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« Responder #14 em: 2005-10-06 13:36:39 » |
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Mais um artigo que explica tudo, feito por um filatelista ... "CUANDO LA INVERSION FILATÉLICA ES UN ENGAÑO www.filateliadigital.es Autor: José María Sempere Fecha: abril de 2004 En reuniones de coleccionistas filatélicos y de comerciantes dedicados profesionalmente al mundo del coleccionismo de los sellos todos hemos oído comentar, en diferentes ocasiones, que la actividad de buena parte de las empresas dedicadas a la inversión filatélica es una estafa. Eso, dicho así es falso. Pero los razonamientos utilizados, si bien no justifican la utilización de ese calificativo, tienen unos fundamentos y ofrecen una argumentación, en verdad, relevante para concluir con una evaluación negativa de ese tipo de inversión. Todos los que estamos dentro del mundo de la filatelia somos conscientes que el hecho de adquirir una pieza para nuestra colección supone algo más que un gasto; se trata en buena parte de una inversión, ya que siempre tendrá un valor que puede recuperarse como resultado de su venta en el momento en el que efectuemos su liquidación. Pero ahora no nos estamos refiriendo a la acción de invertir construyendo una colección, sino de hacerlo en unos productos que venden determinadas empresas con el respaldo de la teórica revalorización del sello o sellos que entregan o guardan en depósito como contraprestación a la cantidad invertida. Por lo general cuando el filatelista (aficionado o profesional) ve la clase de sellos que las empresas de inversión filatélica adjudican a sus clientes y el precio al que lo hacen, suelen calificarlo como una “auténtica estafa”. Este apelativo, si se quiere, podrá ser válido como expresión coloquial; pero no es cierto mientras una sentencia judicial no nos diga lo contrario. Dice el diccionario que estafa es sinónimo de timo y el de la Real Academia de la lengua española define estafa como “el delito consistente en provocar un perjuicio patrimonial a alguien mediante engaño y con ánimo de lucro”. Resulta evidente que estas empresas, por su naturaleza mercantil, operan con afán de lucro (como cualquier comerciante). Veremos, también, que en su operativa actúan con engaño; pero, hasta el momento, no se ha ocasionado ningún perjuicio patrimonial al cliente inversor, excepto en la empresas de este particular tipo de negocio que han quebrado o cesado en su actividad sin poder cumplir con sus compromisos. El engaño se produce por dos falsedades principalmente: 1. No es real el valor que esas empresas dan a los sellos cuando los adjudican y 2. No es cierta la rentabilidad que atribuyen a los sellos. Respecto a la primera, el sistema de evaluación o determinación del precio está intervenido directa o indirectamente por ellos mismos. En ningún caso se trata de precios de mercado libre, no son valoraciones objetivas. Es por esa razón por la que el agente vendedor de estas empresas le argumenta al cliente: “si Vd. va a una filatelia esos sellos los podrá adquirir más baratos, pero debe comprender que ellos le venden el sello y se desentienden de Vd., mientras que nosotros le damos otro tipo de servicios y le garantizamos la recompra con un beneficio asegurado…”. Lo que no le dicen al cliente es que ese “más barato” puede suponer hasta un 80 y un 90 por ciento de descuento. En cuanto a la segunda falsedad, es consecuencia de la primera: Si la rentabilidad se calcula a partir de unos precios que no son reales, los datos obtenidos tampoco serán reales. Estas empresas operan con una estructura, en cierto sentido, piramidal. Mientras se genere el suficiente volumen de nueva inversión como para responder a las obligaciones de recompra de los contratos que vencen, no existe ningún problema. El que se trabaje con precios irreales, muy superiores a los de mercado, es irrelevante.. Los males se precipitan cuando eso no es así; cuando no sigue adelante la evolución creciente del flujo de dinero fruto de nuevos contratos. En ese momento ya no se puede dar salida del material correspondiente a los contratos entregándoselos a los nuevos a un precio superior. La única alternativa sería su venta en el mercado filatélico; pero eso es imposible porque, como hemos dicho, los precios en él son escandalosamente más bajos. Ese es el momento en el que se produce la crisis final ya que existe la obligación contractual de recomprarlos con su correspondiente plusvalía. Es por esa razón por lo que no conozco ni una sola empresa de este tipo que haya cesado en su actividad cumpliendo todos los compromisos contraídos. Mientras viven, van tirando hacia delante, pero si tuvieran que cesar en un momento determinado son absolutamente incapaces de cumplir con los compromisos adquiridos. Ante la posibilidad de fracaso solo cabe una alternativa: la huída hacia delante en una espiral de incremento de precios que justifiquen una determinada rentabilidad que ha de ser mayor que la del mercado financiero, ya que sólo así tienen la posibilidad de captar el suficiente volumen de nuevos clientes. La realidad es que la inversión a través de este tipo de empresas tiene muy poco de filatélica y, aunque bajo la forma de una venta de sellos, la realidad se asemeja más a una inversión de carácter financiero. Como para ejercer sin cortapisas su actividad pretenden huir de los controles a los que deberían sujetarse si se las calificara de empresas financieras, detestan que se las califique como tales, no obstante, ese es su verdadero trasfondo. De hecho sus clientes, aunque el contrato diga que es una operación de compra venta, lo que creen, cuando lo suscriben, es que están haciendo una auténtica inversión financiera con la garantía de unos bienes reales: los sellos. Por ahora solamente se trata de un engaño. Para bien de todos que no pase de ahí."
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« Responder #15 em: 2005-10-06 13:39:33 » |
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Caramba, isto é MUITO maior que o PIPS ...
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« Responder #16 em: 2005-10-06 15:00:35 » |
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Caramba, isto é MUITO maior que o PIPS ... É muito maior, sim. E é apresentado com um grau de "seriedade" muito superior (capaz de enganar os cidadãos normais com facilidade, o que não acontecia com o PIPS). E é muito mais proximo de nós...
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« Responder #17 em: 2005-10-06 18:20:33 » |
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Aqui está o artigo do Financial Times, se tiver algum pequeno erro deve-se ao facto de que foi capturado a partir de Papel e usando OCR. Cheque is in the post in stamp scheme >By Leslie Crawford >Published: September 27 2005 03:00 | Last updated: September 27 2005 03:00 » High property prices, low interest rates and a bumpy stock market have driven hundreds of thousands of Spanish investors to place their savings in stamps.
With 10-year government bonds yielding just 3.3 per cent, Spaniards have invested more than €5bn ($6bn) in unregulated stamp-investing schemes that offer annual returns of up to 8 per cent.
Financial chat rooms on the internet are abuzz with the high returns offered by Afinsa - the world's largest stamp dealer and. after Sotheby's and Christie's, the third-largest player in all collectables - and Forum Filatelico, although little is said about the stamps supposed to be underpinning the schemes.
Consumer groups are concerned that the two companies are attracting investors who know little, if anything, about stamps.
"We are talking about totally unregulated financial investments," says Enrique Garcia of OCU, a Spanish consumer defence organization. "If these companies were to go bust, investors would only have their stamps to fall back on. That is why it is paramount to know the true value of the stamps on the open market."
Afinsa has sold €1.2bn worth of stamps to 143,000 clients, who have the right to sell them back to Afinsa at the end of the investment period. The company reported €40m in capital and reserves in 2003.
Forum Filatelico, for its part, estimates it has €3.8bn in outstanding repurchase contracts with its 200,000 clients spread over the next 15 years, compared with capital and reserves of €288m at the end of 2004.
"If all our clients wanted their money back at the same time, we would go bankrupt. But so would a bank," Francisco Briones, chairman of Forum Filatelico, said in an interview. "We have capitalised the company to make it as solvent as possible."
Afinsa says it is not obliged to record the total value of savings schemes sold to investors as a liability, as a bank would, because investors can choose to keep their stamps, or sell them on the open market. The repurchase contract, Afinsa says, is a "residual question".
But OCU, the consumer defence group, says it was unable to find a buyer on the open market for a set of Afinsa stamps it acquired for €600.
"We were offered only 5 per cent of the original purchase price if we wanted to sell Afinsa's stamps on the open market," OCU says in a special report on investing in collectables, which concludes that these investments are too risky for a non-specialist.
Afinsa says its prices are based on the "most prestigious philatelic catalogues in the world". But philatelic experts in the UK say catalogue prices are a reference only, and that it is the norm for stamp dealers to offer deep discounts on catalogue valuations. "Quality is everything." says Andrew Claridge, a partner at Grosvenor Philatelic Auctions, one of the top auction houses in the UK. "The variation in price is extraordinary. A superb stamp might fetch more than its catalogue value at an auction, whereas one in bad condition may be worth only a fraction of its catalogue price."
Forum Filatelico, which only sells sets of Europa theme stamps - series printed by European post offices each year since 1956 to mark the birth of the Common Market - admits that it charges its clients up to 10 times catalogue value for its stamps. "It is normal to charge our clients 8-10 times catalogue prices because of the services we provide, including the custody and conservation of stamps, the drawing up of contracts and the repurchase guarantees," said Mr Briones.
"We publish lists of prices for our clients, in which the sale and purchase price are the same. Our prices have nothing to do with catalogues, they are only for our clients. You could say it is a closed market."
Stamp dealers say it is only by operating a closed market that Forum Filatelico can sustain such inflated prices for its stamps. "There are huge quantities of Europa theme stamps in the market." says Tristan Brittain, a stamp dealer in the UK. "Anyone can buy them, but I would not recommend them as an investment."
In the UK, the annual trade in rare stamps is estimated at £?0m ($53m). according to Stanley Gibbons, the leading stamp dealer in the UK.
So the sheer volume of alleged investment-grade stamps being sold by Afinsa and Forum Filatelico - totalling more than €l.lbn last year - is raising eyebrows in the stamp collecting world. As a result, insurers at Lloyd's of London have questioned Forum Filatelico and Afinsa on the value they are placing on their stamps, which underpin policies worth about €1.2bn for each company.
Hiscox, a specialist insurer at Lloyd's, cancelled its policies with the two Spanish companies this summer because it became unhappy with "the insurance-to-value mismatch", meaning that the sums insured were much higher than the real, open-market value of the stamps, according to Charles Dupplin at Hiscox.
Mr Dupplin, a member of the Royal Philatelic Society, travelled to Madrid in June to inspect the stamps in Forum Filatelico's vaults.
"They were just pretty bits of paper," Mr Dupplin told the FT. He added that he doubted the investment value of Forum Filatelico's Europa-theme stamps.
It is understood that other insurers at Lloyd's are reviewing their policies with the two Spanish companies.
In an interview, Mr Briones vigorously disputed Mr Dupplin's assertions. "One thing is to be a stamp collector, another thing is to be in the business of stamps. I cannot consent that he should disparage our business," he said.
Afinsa, in written answers to questions submitted by the FT, said: "The fact that one underwriter out of 150 has chosen to withdraw its policy does not worry us in the least."
Unlike Forum Filatelico, Afinsa sells a broader selection of stamps, as well as art and antiques. It has become a big name in the global stamp market after acquiring auction houses in Europe, Asia and the US, where it owns a 70 per cent stake in Nasdaq-listed Greg Manning Auctions (GMAI).
GMAI acts as the exclusive supplier of collectables, primarily stamps and coins, for Afinsa on a worldwide basis. In the financial year ending June 30 2005. according to GMAI's filings to the US Securities and Exchange Commission, Afinsa accounted for 51 per cent of GMAI's total revenues and 72 per cent of its gross profits. GMAI's profit margins on sales to Afinsa are eight times higher than on sales to other clients.
GMAI and Afinsa say the value of their transactions "are substantially equivalent to what would be charged by a clearly independent party".
But a US hedge fund, which is shorting GMAI stock, retorts: "It is peculiar, to say the least, that Afinsa is willing to pay GMAI an enormous premium on its stamp purchases.
"The result, however, is obvious: Afinsa supports strong profits for GMAI and thus a higher share price for its biggest asset."
Consumer groups and insurers are pressing Spain's financial authorities to tighten supervision over Afinsa and Forum Filatelico to safeguard the savings of hundreds of thousands of small Spanish investors. > > >
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« Responder #18 em: 2005-10-06 20:24:33 » |
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Dado o interesse para o público espanhol deste artigo, se alguém o puder traduzir em Espanhol eu ficaria muito agradecido.
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« Responder #19 em: 2005-10-06 20:32:43 » |
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Leitura importante em http://www.filateliadigital.com/actual.htm#Enero de 2005 - LA FALSA INVERSIÓN FILATÉLICA e Febrero de 2005 - INVERSIÓN FILATELICA
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