Mais Lidas
Comunidade
- Portugueses são quadros apetecidos nos mercados internacionais 08:25
- Bolsas abrem 'flat' antes de Bruxelas revelar previsões 08:13
- Grécia: milagres demoram mais tempo 07:58
- Bruxelas mais pessimista sobre economia portuguesa 07:56
- Alegre acusa pessoas ligadas ao Governo de explorar infelicidades de Cavaco 07:45
A Apritel quer que a separação horizontal da rede de cobre e de cabo, assim como a separação vertical da rede de cobre, seja feita ainda este ano. Luís Reis eleito hoje presidente da associação dos operadores de telecomunicações, considera que este é o cumprimento de uma promessa feita no âmbito da OPA da Sonaecom sobre a PT.
“Houve promessas do Governo e da PT. São promessas diferentes, mas são promessas”, disse Luís Reis. O administrador da Sonaecom avançou que a Apritel considera que “a separação da rede de cabo da de cobre foi assumida como um compromisso político mas ainda não foi assumido que na forma e na substância seja realmente feito”, frisando que a associação dos operadores de telecomunicações irá estar “vigilante”.
Sobre a separação da rede de cobre, o mesmo responsável defendeu que “esta foi uma preocupação da Autoridade da Concorrência (AdC) e o incumbente respondeu que tinha tudo preparado”. Luís Reis considera que, mesmo com o ‘spin-off’ da PT Multimédia, “é difícil assumir que a estrutura accionista é diferente. A única forma de separar realmente as duas redes é encontrar uma estrutura que permita que as duas sejam competitivas”.
Luís Reis deu como exemplo a venda da TV Cabo, um dos remédios da AdC na OPA da Sonaecom. O regulador de mercado tinha considerado que se deveria vender a TV Cabo para ser realmente concretizada a separação vertical. Esta deveria ser vendida como um todo a um operador, ficando fora da dependência da PT.
Notícias da mesma categoria
Comentários
Publicidade
Acções do PSI 20





